domingo, 19 de setembro de 2010

FRANS POST

Frans Janszoon Post (Leyden, 1612 — Haarlem, 1680) foi um pintor dos Países Baixos.
Junto com Albert Eckhout, é considerado o mais relevante artista neerlandês a serviço de Nassau na comitiva que o acompanhou ao Nordeste do Brasil em meados do século XVII.
Chegou ao Brasil em 1637, com 24 anos de idade, e tomou parte em diversas expedições, com o objetivo de montar uma grande coleção de desenhos com motivos brasileiros para o seu mecenas.

Das suas atividades no Brasil, o mais importante depoimento é, contudo, o livro famoso para o qual Frans desenhou numerosas vistas de portos e fortificações, do Maranhão à Bahia. Embora datados de 1645, ou seja, depois do seu regresso à Europa, mostram tal segurança e exatidão topográfica que deixam bem claro terem sido copiados de telas ou esboços feitos d’après nature.

Durante a sua estadia no Brasil só existem seis quadros. São as vistas de Itamaracá, de Porto Calvo, do Forte dos Reis Magos, do rio São Francisco e da ilha de Antônio Vaz, pintados do natural. Um sétimo e mencionado em catálogos de leilões do século XVIII, correspondendo à prancha do Palácio das Torres. Seria estranho que durante sete anos não tivesse Post produzido mais.

FONTE: WIKIPÉDIA

RIO SÃO FRANCISCO 1635 - FRANS POST

CACHOEIRA DE PAULO AFONSO 1649 - FRANS POST

ALBERT ECKHOUT

Albert Eckhout (Groningen, 1610 — 1666) foi um pintor, desenhista, artista plástico e botânico neerlandês. É autor de pinturas do Brasil envolvendo a população, os indígenas e paisagens da região Nordeste do Brasil. Viajou também por outras regiões da América após o que retornou à Europa.

Chegou ao Nordeste do Brasil junto com Frans Post, em 1637, na comitiva do príncipe Maurício de Nassau, onde permaneceu até 1644. A sua missão como pintor era a de registrar a paisagem brasileira. Muitas de suas pinturas ajudaram a Europa a ter uma idéia do Novo Mundo. Além de Recife, (Mauritsstad), conheceu o interior da região Nordeste, a Bahia e ainda o Chile. Em terras da Nova Holanda, retratou os habitantes, a fauna e a flora com riqueza de detalhes. Depois de retornar à Europa, continuou servindo Maurício de Nassau até 1653, sendo transferido para Dresden, na Alemanha, onde trabalhou por dez anos para o príncipe-eleitor João Jorge II.

A vinte e uma telas de Eckhout podem ser divididas entre nove obras etnográficas, onde são retratados os nativos e mestiços do Brasil, e doze naturezas-mortas, frutas, legumes, vegetais em geral, até hoje bem preservadas e catalogadas. O rei da França recebeu uma coleção de pinturas que foi usada para fazer tapeçarias, as chamadas "Tapeçarias das Índias" tornaram-se muito conhecidas e foram tão copiadas que os cartões originais se estragaram. João Maurício de Nassau-Siegen conservou-as em sua residência, em Haia, até 1654, quando ofereceu vinte e três originais de Eckhout ao gabinete de arte do Rei Frederico III, da Dinamarca. Hoje, a quase totalidade das obras que Albert Eckhout pintou no Nordeste do Brasil pode ser vista no Museu Nacional de Copenhagen.
O imperador Pedro II do Brasil, em visita à Dinamarca em 1876, pôde conhecer as obras de Eckhout e, impressionado com a beleza dos quadros e a importância que representam no Brasil, encomendou cópias em tamanhos menores a Niels Aagaard Lutzen, que estão hoje preservadas no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

ORIGEM: Wikipédia

RUGENDAS

Johann Moritz Rugendas (Augsburgo, 29 de março de 1802 — Weilheim, 29 de maio de 1858) foi um pintor alemão que viajou por todo o Brasil durante o período de 1822 a 1825, pintando os povos e costumes que encontrou. Rugendas era o nome que usava para assinar suas obras. Cursou a Academia de Belas-Artes de Munique, especializando-se na arte do desenho.

Nasceu em Augsburgo, em 29 de março de 1802 e faleceu em Weilheim, em 29 de maio de 1858. De família de artistas, integrou a missão do barão de Georg Heinrich von Langsdorff e permaneceu no Brasil três anos.
[editar]No Brasil
Chegou em 1821 como espião com uma missão científica do barão de Langsdorff, viajando pelo país para coletar material para pinturas e desenhos. Acabou por se dedicar ao registro dos costumes locais, nos quais se pode notar o traço classificatório da arte botânica a detalhar os tipos humanos, as espécies vegetais e sua relação na paisagem.

ORIGEM: wikipédia

BRASIL TARSILA

"Pintora brasileira que pinta em brasileiro"

TARSILA DO AMARAL nasceu em 1 de setembro de 1886 na fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior de São Paulo.

" Tarcila pinta cactos, quando o costume era pintar rosas"

A NEGRA E A CUCA

FASE PAU-BRASIL - TARSILA DO AMARAL

Tarsila redescobre o Brasil e mergulha de cabeças nas coisas nacional: Carnaval no Rio de Janeiro e Semana Santa em Minas Gerais.

Ela retrata aspectos da vida brasileira.

Paisagens, tipos regionais e cidades.
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