segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Fusca & Carros Antigos


Celebração das Artes do Território - Shows

Existem muitos sinônimos para a palavra perseverança, um deles pode se chamar “Apocalypse-Reggae”. Formada em 1997, na periferia da cidade de petrolina-pe, a banda faz um encontro do reggae roots com a utopia que alardeia a vida de pobres e poetas. As canções do apocalypse têm atraído um püblico diversificado, porém sensível à grandes causas que desafiam o ser humano.
No primeiro trabalho, gravado em 2000, a banda apresenta sua inclinação para a crítica social e para a valorização de elementos da cultura regional, o que fica evidente nas músicas “do lado do morro” e “sutaque nordestino”, resistindo ao provincianismo, sem perder a ternura. 
Em 2003, surge o segundo cd: “o mar”, onde a afetividade é expressa em suas letras e melodias. Após participar de diversos eventos na região, a exemplo do festival rpv (rock para você), semana da consciência negra, festival do raiz e remix, festival da primavera (petrolina-pe) e do carnaval da paraíba (palco alternativo), surge o convite para um intercâmbio com um dos mais importantes núcleos do reggae no nordeste: a praia de canoa quebrada (fortaleza-ce); tio zé bá, vocalista e compositor do apocalypse reggae, transforma canoa num laboratório e campo de inspiração para os próximos trabalhos, revelando a maturidade e sensibilidade musical da banda.
A presença do apocalypse nos movimentos em prol da cultura afro-descente desperta em tio zé bá, maior sensibilidade para os tambores da musica negra. Foi o tempero ideal para esse novo trabalho da banda, “além do mar”, que sai da periferia cantando a paz, o amor e o sonho que herdamos da áfrica. O novo cd, apresenta doze músicas gravadas, a maioria, no estúdio da banda, “arc-resist”. As canções tratam de temas sociais, como o preconceito e o autoritarismo, o que fica evidente na música “25006-pe (eu não sei)"; problemas ambientais, retrados na canção “aquecimento global”; a condição do negro na sociedade, presente na música “tão negro” e temas românticos, como as canções “com você” e “vem, vem pra eu te ver”. As quatro últimas músicas desse novo trabalho foram gravadas em acústico, sinalizando o talento da banda para shows nos mais diversos ambientes. 
Gilmar santos (historiador) 
A Andranjos é uma banda de Rock Alternativo oriunda das cidades vizinhas Juazeiro-BA e Petrolina-PE. A banda surgiu no início de 2004 quando três amigos que tinha em comum o amor pela música resolveram se juntar e formar um grupo musical para tocar as musicas que gostavam. Com o passar dos ensaios e os shows, o projeto foi ficando mais sério. A cada show que faziam, a banda conquistava cada vez mais admiradores e fãs. Fãs esses que contribuíram para que a banda pudesse lançar o primeiro CD da banda em 2007, intitulado “Quando meu coração parar”. Após o lançamento do CD as canções da banda logo ficaram conhecidas e seus refrões eram cantados a cada show realizado.
“Procuro a paz e só consigo ver caos”
 foi uma delas, além da música tocante “Á dois minutos”, música que emocionou todos na gravação do disco, inclusive o amigo e produtor do primeiro disco da banda Albérico Jr. Já se fazem 7 anos que a Andranjos está na ativa, conquistando mais espaço na cena independente do nordeste e tocando em eventos cada vez maiores como a 16º (2010) e a 18º (2012) edição do Palco do Rock em Salvador – BA, onde a Andranjos foi selecionada entre quase 200 bandas de todo o Brasil para compor a grade dos 04 dias do festival que é referência em toda a Bahia e em todo Brasil por ser um dos principais eventos de ROCK independente.

Com shows também nas cidades de Exu-PE e Serra Talhada-PE pelo (Festival Pernambuco Nação Cultural), Floresta-PE (Grito Rock 2011), Feira de Santana-BA (Rock Clandestino). No ano de 2010 a banda foi selecionada para tocar no Umbuzada Sonora (FESTIVAL CONEXÃO VIVO) e no Raiz & Remix Festival na cidade de Petrolina-PE. Vale destacar também as diversas apresentações em TV e Rádios da região São Franciscana. Na coletânea nacional de bandas independentes lançada no ano de 2010 a andranjos também está presente junto com outras 19 bandas de todo Brasil. A música "Caos" foi a escolhida dos produtores da coletânea que já circula por todo Brasil. Através de suas canções a banda procura passar ao ouvinte a mensagem de que não devemos nos conformar com a atual situação em que se encontra o mundo em que vivemos. Que precisamos lutar, enfrentar os obstáculos encontrado no dia a dia. As composições buscam também fazer com que as pessoas não se calem diante da impunidade e também com que elas consigam a força necessária para enfrentar os seus próprios desafios e os seus próprios medos. Acreditando em um mundo melhor para todos.

domingo, 4 de novembro de 2012

O Mago da Cultura de Juazeiro

O Gerente do Centro de Cultura João Gilberto, João Leopoldo faz uma administração maravilhosa, levando ao Centro de Cultura  jovens talentosos e mostrando a cidade que ela precisa frequentar, aprender, conhecer e viver a cultura da terra. Leopoldo fez mais um Gol! Parabéns a ele e sua equipe.

Roda de Conversa: “A Cultura no Território do São Francisco”

Em 1 de Novembro aconteceu no Centro de Cultura João Gilberto a Roda de Conversa que teve a participação da Profª Maria Isabel Pontes,  Profº Parlim, Profº Moises Almeida, , Flavio Henrique (cineastaroteirista do filme “Nego D’agua”), Pompilio Dourado (historiador), Fred Pontes (músico), Helder Ferrare, estudantes e comunidade. Mediador – Lariane Rocha

Sarau das Culturas Populares - Território do São Francisco

Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro, realiza Festival de Arte e Cultura e tem como objetivo promover integração cultural dos municípios que integram Território de Identidade do Sertão do São Francisco que é composto por 10 municípios: Uauá, Campo Alegre de Lourdes, Canudos, Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Pilão Arcado, Remanso, Sento Sé e Sobradinho.
03 de novembro teve apresentações de Repentistas, Aboiadores, Congos, Roda de São Gonçalo e Corrida de Argolinhas (Juazeiro); Banda de Pífanos (Uauá); Coral G-DECC do Ponto de Cultura Transformart e Orquestra de Câmara de Curaça (Curaçá); Quadrilha Junina (Casa Nova); Feira das Culturas Populares,
Shows – Silas do Acordeon e Neto e Mundinho

Das 10 cidades apenas uma delas possui secretaria exclusiva de cultura, que é Pilão Arcado, as outras estão subordinadas ou conjuntas a outras secretarias, como educação, exporte, lazer e turismo e outras. O território apresenta fortemente a cultura das manifestações populares, os Penitentes, o Carnaval fora de época, as Lendas, os Festejos: Natalinos e Juninos (forró e quadrilhas, comidas típicas), os Congos, os Ternos de Reis e de Boi, as Vaquejadas, a Corrida de Argolinha, o Candomblé, o Toré, a Marujada, e outros; além dos museus, vinícolas, a caatinga, o rio e as ilhas fazem parte do desenvolvimento cultural do Sertão do São Francisco.

El milagro de Candeal

Índios do Médio São Francisco

Aconteceu na Escola de Formação dos Educadores de Juazeiro no dia 25 e 26 de outubro uma oficina de integração com o objetivo de elaborar o Plano para os Povos Indígenas - PPI, visando integrar os Pólos Base indígenas da região do SUS associando ao Subprojeto QualiSUS - Rede que propõe ações para o fortalecimento das Redes de atenção da Região. Participaram representantes da Secretaria Executiva/MS - Projeto QualiSUS - Rede, Apoiadores institucionais da Secretaria de Atenção à Saúde/MS, Representantes da Secretaria Especial de Saúde indígena/MS (representante do DASI, coordenadores dos DSEI - PE e BA, responsáveis técnicos dos Pólos Base da Região e representantes dos Conselhos Locais de Saúde Indígenas e outros.


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