domingo, 30 de agosto de 2009

POESIA

Quem tirou a foto foi meu filho, que tem 6 anos de idade.

MANUEL BANDEIRA

O Porquinho-da-índia
Quando eu tinha seis anos
Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de coração me dava
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele prá sala
Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos
Ele não gostava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas...
- O meu porquinho-da-índia foi minha primeira namorada.

POSSE DA DIRETORIA DA APLB

A Posse da Diretoria Sindical eleita para o Triênio 2009-2012 que aconteceu no dia 29/08/2009 às 20 horas no Bar Movimento.


Secretario de Educação Prfº Plinio, Profº Antônio Carlos e o Profº Expedito.



Profº Antônio Carlos.



Zelinho da Pastoral da Juventude.









Profª Andréia e o Profº Gilmar

CRIANÇAS NUMA BOA - MUDANÇA I

Finalmente as coisas estão acontecendo, a APLB, APJ e SEDUC caminhando juntos, exemplo de Civilidade, de Democracia e União.
Quem ganha com isso é a Educação! Parabéns Profº Plínio. Parabéns Prof Antônio Carlos. Parabéns o nosso Prefeito Isac Carvalho.
A Educação ganha, Juazeiro ganha e principalmente nossas Crianças.

MOSTRA DE ARTE CONTEMPORÂNIA JUAZEIRO - BAHIA




































ARTISTA HOMENAGEADO

Antonio Carlos Coelho de Assis -De nome Artístico COELHÃO, é ilustrador, decorador, cenógrafo e sócio Fundador da Cooperativa de Ensino e Artes e da Escola Afro Luso Brasileira, está última com sede em Coimbra, Portugal. Nasceu em 1953 em Juazeiro, Bahia. Realizou sua primeira exposição individual em 1969, com uma de desenhos e, desde então, tem participado de diversas exposições individual e coletivas.
A serie "Traços de Sertão" constituida de aquarelas que retratam o universo rural e a Cultura Sertaneja, integrou uma exposição do Artista no SESC Petrolina em 2007. Algumas daquelas obras estão sendo exibidas nesta edição dos Salões Regionais de Juazeiro e comprovam a sensibilidade do Artista na interpretação dos Traços Culturais do Territó de Indentidade Sertão do São Francisco, integram também esta mostra uma escultura e uma instalação, ambadas em chapa de ação.
O Artista já teve obras em coleções particulares em vários Estados Brasileiros e também exterior.
Fonte: Centro Cultural João Gilberto

sábado, 29 de agosto de 2009

SALÕES REGIONAIS DE ARTES VISUAIS DA BAHIA - 2009


A realização dos Salões Regionais de artes visuais da Bahia, projeto que contempla três Grande mostra em municípios do estado em 2009, é mais uma ação incentivadora da produção Artística promovida pela Secretaria de cultura, através da Fundação Cultural do Estado da Bahia(FUNCEB).

Os Salões Regionais possibilitam atualizar Artisticas e o Público em Geral acerca da produção mais recente em Arte Visuais, além de estimular a criação de arte e premiar Artistas escolhidos por uma comissão de especialista. As três Mostra que constituem os Salões Regionais em 2009 oferecem R$ 82 Mil Reais em prêmio, sendo R$ 45 mil para obras Artisticas (R$15 por edição) e R$ 37 mil e 500 reais de prêmio participação (R$ 500 para cada Artista residente fora do Município que sedia a a Mostra).

É apresentada uma seleção dos 264 projetos Artístico inscritos por 81 Artistas pelo edital Salão Regionais de Arte Visuais da Bahia, lançado em 16 de fevereiro e cujas inscrições puderam ser feitas até 07 de abril de 2009. A seleção foi feita por uma comissão externa à FUNCEB, composta por três representante da área das Artes Visuais: Ayrson Heráclito, Nen e Willyams Martins.
A primeira Exposição acontece em Valença (de 17 de junho a 30 de agosto). A segunda é esta de Juazeiro (de 21 de agosto a 04 de outubro) e a terceira, em Porto Seguro (18 de setembro a 01 de novembro). Cada uma destas Mostras conta com trabalhos de 27 participantes e, aqui em Juazeiro, com obras de Coelhão, Artista homenageados, e de Junior Rocha, Artista convidados.


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

CONGOS



Uma das grande manifestação folclóricas de Juazeiro ; só se apresenta por ocasião da festa de nossa Senhora do Rosário. A festa perdeu muito da beleza e tradição do passado. Na cidade de Curaça apresentam-se com o nome de Marujada, na festa de São Benedito.
SÃO JOÃO, SÃO PEDRO, SANTO ANTÓNIO.
O mês de junho na região é o mês das festa. Comemora-se com muita fé o dia de São João, São Pedro e principalmente Sto. Antônio. Inúmeras família rezam a trezenas de Sto. Antônio e, no ultimo dia, são servidos doces da época, licor de jenipapo, etc.
REIS DE BOIS - No natal e Reis, ainda são feitas apresentação do Reis de Boi que constitui um verdadeiro encanto para quem tem oportunidade de assistir.

VAQUEJADA



O ponto alto da festa consiste na perseguição ao animal, por dois vaqueiros, a touro, bois e novilhos; um animal de cada vez, escolhidos entre os mais bravos. O primeiro vaqueiro derruba o animal pela cauda enquanto o outro faz de "esteira".

SAMBA DE VÉIO - Muito preferido pelo povo, tanto na zona urbana como na zona rural.
RODA DE SÃO GONÇALO - Muito apresentada em nossa região. As pessoas procuram conservar todo o ritual do passado.
CORRIDA DE ARGOLINHA - A grande distração da zona rural.
REIS DE MULA - Muito apresentado em conchas uma localidade do município de Juazeiro da Bahia.
FESTA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO - Como os congos perdeu muito a sua tradição.

NA REGIÃO DO BAIXO MEDIO SÃO FRANCISCO, O POVO CONSERVA O HÁBITO DE PRESERVAR SUAS MANIFESTAÇÃO FOLCLÓRICAS

OS PENITENTES

A presentam-se na Quaresma. Em Juazeiro-Ba; existem os "Disciplinadores" e as "Alimentadeiras de Almas".
O grupo dos Disciplinadores é formados, apenas de homens; com uma disciplina própria eles se cortam na região na região das costas, num ato de penitência pelas faltas cometidas; apresentam-se bem distantes dos olhares dos curiosos e, no momento em que estão em grupo tornam-se agressivos.
As Alimentadeiras de Almas é um grupo formado por homens, mulheres e crianças. Rezam pelas almas.
Quando esses grupos saem visitam sete lugares que recebe o nome de estações.
Durante todo o período da Quaresma, a partir da quarta-feira de cinzas, eles saem toda segunda, quarta e sexta. Na Semana Santa saem de segunda a sábado.





quinta-feira, 27 de agosto de 2009

PEÇAS DA ROUPA DE UM VAQUEIRO



CHAPÉU - Chato e redondo, de abas curtas e preso ao queixo pelo barbicacho; atualmente o chapéu está afunilado.


GIBÃO OU JAQUETA - Casaco curto trabalhado à mão; embaixo deste, uma camisa de tecido de algodão.


PERNEIRAS - São as calças, presas na cintura. Por baixo uma calça comum que aparece onde o couro não proteje, justamente na parte do assento.


QUARDA-PEITO - Colete solto, com bordados de retrós; o guarda-peito é preso atrás por 4 tiras, duas na altura do pescoço e 2 na cintura, ele fica e embaixo do gibão.


GUANTES - Espécie de luvas que protegem, apenas, o dorso da mão.


SAPATOS DE COURO - Duráveis e fortes, defende os pés dos espinhos e pontas ásperas. Nos sapatos amarram as esporas que são feitos de ferro.


Antigamente, usava uma vara guarnecida com uma ponta de ferro rabuda, que servia para o abate ou afastamento das reses.

O cavalo é pequeno e forte como o dono. A sela é confeccionada em couro curtido especializada. As vezes, colocam no animal o "peitoral", larga faixa de couro que lhe protege o peito.

Seguindo a boiada, os vaqueiros cantam triste e harmonioso, o ''aboio'', que faz parte da tradição sertaneja.


O VAQUEIRO NORDESTINO



É o tipo de maior expressividade no Sertão Nordestino. Fisicamente é magro, com peguena musculatura, desajeitado e calmo, porém, ao perseguir uma rês que foge, torna-se intrépido e arrojado.
Foi formado do contato do branco com o indígena, embora deve possuir algo do sangue negro.
Herdou do índio o espírito aventureiro e o amor pela liberdade e ação; no trabalho de vaqueiro ele se realiza em viver uma vida livre. No seu trabalho usa uma indumentária feita em couro para proteger o corpo dos espinhos e dos galhos das árvores. Essa roupa é bordada à mão com muita arte e é considerado uma peça importanttíssima no Folclore Nacional.
Seguindo a boiada, os vaqueiros cantam um canto triste e harmonioso, o "aboio" que faz parte parte da tradição sertaneja.
A principal distração do Vaqueiro é a Vaquejada.
Ainda é comum, na zona rural, a presenças dos Rezadores para a cura de doenças.

O GAÚCHO

O Gaúcho vive nos pampas do Rio Grande do Sul; ele nunca se dissocia do cavalo, vive e morre com ele. Montado tem um ar de superioridade e a pé, perde muito de sua imponência.
O Gaúcho acostumou-se à lutar pela sobrevivência através da lei do mais forte. Ele é solitário, introvertido e melancólico.
O lugar onde ele se hospeda recebe o nome de "galpão", ai ele acende, no chão, o fogo em torno do qual toma seu Ghimarrão e conta suas histórias de Revoluções.



SANTOS E ORIXÁS

AQUI NO BRASIL, ADOTOU A RELIGIÃO CATÓLICA; NO CULTO A DETERMINADOS
SANTOS, ELAS VENERAM SEUS ORIXÁS.
SÃO LÁZARO - Omolu, saudação: A TO TÔ! - Orixá de todas as denças, temido e respeitado. Tem poder para afastá-las e para trazê-las. Seu dia é segunda-feira, suas cores são o marrom, o preto e o branco, bem como suas contas. Sua festa máxima dá-se em agosto, quando é cultuado fervorosamente nos candomblés e , inclusive na Igreja do Morro de São Lazaro, na Federação, em Salvador.
SANTA BÁRBARA - Iansã, saudação Ê PA, HÊY! - Orixá dos ventos e das tempestade. Esposa de Xangô, é temperamental e sabe manejar, também os raios e trovões. Seu dia é quarta-feira, sua cor é vermelha e suas contas são vermelhas e marrons. É comemorada na /bahia no dia 4 de dezembro, com uma grande festa no velho Mercado de Santa Bárbara, na baixa dos Sapateiro em Salvador.
SENHOR DO BOMFIM - Oxalá, saudação: Ê PA BABÁ! - O Deus supremo. Seu dia é sexta-feira, sua cor é branca, suas contas, brancas. A festa da Lavagem da Igreja do Bomfim é a maior no sincretismo religioso, acontece na segunda quinta-feira de janeiro, quando as Baianas, com potes e moringas cheias de águas e de flores levadas em procissão, lavam o adro da Igreja do Senhor do Bomfim em Salvador.


NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS - Iemanjá, saudação: ODÔ YÁ! - Dona das águas e mâe de todas os orixás. Seus símbolos são as conchas e as pedras do mar, seu dia é sábado, suas cores são o azul-claro, o verde e o branco. O seu maior dia na Bahia é comemorado no dia 2 de fevereiro, com grande festa no Rio Vermelho.
SÃO JORGE - Oxossi, saudação: O KÊ APÔ! - Divindade dos caçadores. Seu símbolo é o arco e a flecha, seu dia é quinta feira, sua cor é azul, seu maior dia da Bahia é consagrado a
Corpus-Christi, festa móvel, quando quase todas as casas de candomblé batem em seu louvor.
SANTO ANTÔNIO - Ogum, saudações: O GU YÊ! - orixá do ferro, e também o deus da guerra. É simbolizado por instrumentos de ferro e sua espada, couraça e capacete de metal, seu dia é segunda-feira, sua cor o azul marinho. Na Bahia é conhecido também como Abre-caminho, dono das estradas e a sua maior festa comemora-se no dia 13 de junho.
OMOLU - Saudação: ATOTÔ - Temido e adorado, Omolu traz ambiguidade da vida. Governa a saúde e a doença, a felicidade e a trágedia. É o deus das enfermidades e das pestes, e tanto tem o poder da moléstia quanto o poder da cura. Na bahia é médico dos pobres. Quando baixa no terreiro bate nos presentes com uma pequena vassouras, o Xaxará - e atira fora todos os males.
Seu dia é segunda-feira. dia de colocar o Abaô ( a comida ) aos pés do Santo .

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

AQUI NO BRASIL, ADOTOU A RELIGIÃO CATÓLICA; NO CULTO A DETERMINADOS SANTOS, ELAS VENERAM SEUS ORIXÁS.


Por exemplo:


SÃO LÁZARO - Omolu, saudação: "A TO Tô " - Orixá de todas as doenças, temido e respeitado. Tem poder para afastá-las e para trazêlas. Seu dia é segunda- feia, suas cores são o marrom, o preto e o branco, bem com suas contas. Sua festa máxima dá-se em agosto, quando é cultuado fervorosamente nos candomblés e, inclusive na igreja do morro de São Lazaro, na federação, em Salvador.


SANTA BÁRBARA - Iansã, saudação: Ê pa, hêy! - orixá dos ventos e das tempestade. Esposa de Xangô, é temperamental e sabe manejar, também os raios e trovões. Seu dia é quarta é quarta - feira, sua cor é vermelha e suas contas são vermelhas e marrons. É comemorada na bahia no dia 4 de dezembro. com uma grande festa no velho mercado de Santa Bárbara, na baixa dos sapateiro em salvador.
















segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A BAIANA



E hoje a figura que representa o Brasil e sua presença obrigatória é na cidade de Salvador; sua pele é negra.

Seu traje é de origem Africana; é constuído de um turbante Muçulmano, dando uma ou mais volta à cabeça, longas saias muito largas, xales de colorido vibrante e mantas listada, batas rendadas e bordadas, nos dias de festa, o pescoço e os braços são enfeitados com adereços feitos de contas brilhantes, beloques, bugigangas de ouro, prata, azeviche, miçangas, buzios e a figa de guiné contra o mau "olhado".

Seu trabalho é fazer quitutes; as Baianas ficam nas feiras ou nas ruas com seus tabulheiros, tendo ao lado um fogareiro onde vão renovando as comidas, que são conhecidas em todo o mundo. Estas receitas foram trazidas da África, como por exemplo: Vatapá, Canjica, Cuscuz, Bolo de Tapioca, Assado na Grelha, Pé-de-Moleque, Cocada e muitas outras.

TIPOS REGIONAIS MAIS CARACTERISTICO DO BRASIL

O SERINGUEIRO, A BAIANA, O GAÚCHO E O VAQUEIRO NORDESTINO


A Baiana não tem nada em comum com o Serinqueiro, o Gaúcho e o Vagueiro Nordestino. Mas estes dois último têm entre si algumas semelhança: Psicologicamente são iguais. Eles alimentam os mesmo sentimento de honra e honestidade , grande amor à liberdade.

O FOLCLORE CONTRIBUI PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA NA ESCOLA

No Folclore Alagoano, existe uma trova de Salles Cunha que diz assim:

"Quem quiser vender eu compro
1 limão por 1 tostão
Para tirar uma nódoa
No meu coração"

Em uma aula de Matemática, aproveitamos o limão para dar a noção de formas arredondadas; o tostão serveria para se fazer o confrontro das moedas antigas com as modernas"


" Todo homem quando embarca
Deve rezar uma vez
Quando vai à guerra, duas
E, quando se casa, três."
Esta quadra serve para ser ensinada a sequência dos numeros simples até três, em ordem crescente.
Há uma infinidade de trovas, de provérbios, de história, etc, que podem ser usadas em uma aula de matemática.

sábado, 22 de agosto de 2009

LENDAS

As Lendas ocupam um lugar de destaque na literatura folclórica, porque elas transmitem sinceridade e simplicidades.
As Lendas Brasileiras encerram em si a ironia dos índios, O riso dos Africanos, a pastucada dos Portugueses e a grande alegria de viver dos Italianos. Tudo isto misturado transformou nossas lendas em um verdadeira joia folclórica.
A maior contribuição foi dos indígenas; quando os exploradores chegaram no Brasil, eles já tinham suas Tradições e suas Lendas.
São consideradas as mais belas Lendas Brasileiras : Curupira, que, também, é chamado de Caapora, Caiçara, Temos ainda, o Saci Pererê, Lobisomem, as Amazonas, Caatiu, Nossa Senhora da Aparecida,
Acaiaca, Negrinho do Pastorio, e outros.
Ao lado desta , acrescentamos as lendas do Velho Chico: Mãe D'Água, Cabloco D'Água, Nego D'Água, Carranca, Minhocão, Serpente da ilha do Fogo, Encontro da Imagem de Nossa Senhora das Grotas.


CONTADORES DE HISTÓRIAS



Os grandes contadores de Histórias fizeram o maior resgate da histórias e costumes de vários povos, do universo.
A primeira coletânea de contos populares, colhidas diretamente do povo, teria sido, pelo material folclórico que continha, a participação do grande escritor Francês Charles Perrault, que em 1697 publicou o primeiro livro de histórias para crianças, recolhidas do povo, as quais, até hoje, constituem as belas joias da literatura infantil: "A Bela Adormecida do Bosque" , "Chapeuzinho Vermelho", "O Gato de Botas", " A gata Borralheiras", "O Pegueno Polegar" e outras.
Seguiram-se a dos irmão Grimm, que apresentavam estória do povo como as que comumente se ouvia entre os velhos contadores da Alemanha, respeitando o estilos em lhes foram transmitidos.
PESQUISA: Maria Franca Pires.

9ª ) LITERATURA



Os desafios ao som da viola. Os testamentos lidos na hora do Judas ( o ato da malhação também é folclórico ). O abecês dos Cantadores do Nordeste, Em que cada verso começa com uma letra do alfabeto, seguindo a ordem. Os versos sem métrica e com fracas rimas.

8ª ) ARTESANATO

A cerâmica da ilha de Marajó; a cerâmica de Caruaru e Goiana, em Pernambuco, celébres pelos seus tipos humanos. As redes confeccionadas no Nordeste. As delicadas rendas de bilros do Ceará; da ilha de Maré, na Bahia e de vários pontos do Brasil. As Carrancas do São Francisco. A Fiação das Rocas de Pedal. A indumentária dos vaqueiros feitas em couro. Confecção de Cesto, pacão, samlurão,esteiras, vassouras, peneiras, abanadores feitos em fileiras e palha em diversos pontos do Brasil.



domingo, 16 de agosto de 2009

BRINQUEDOS INFANTIS, FESTAS E JOGOS.


6ª) BRINQUEDOS INTANTIS - Música, canções, brinquedos de Rodas, boneca de Pano, Cavalos de Pau, etc.
7ª) FESTAS E JOGOS - Trezenas de Sto. Antônio, Novenas de São joão, SãoPedro, Festa do Bomfim na Bahia. Festa do Círio de Nazaré, no Pará. Festa da Penha na Guanabara. Festa de Nossa Senhora do Rosário, em Minas Gerais. As cavalihas no Rio Grande do Sul. As vaquejadas, no nordeste. A Festa de São Benedito, no interior de São Paulo. O Carnaval Brasileiro falado em todo o universo.

"Coceira na mão é sinal de Dinheiro

4ª) USOS E COSTUMES - Os mais divulgados são os referentes à alimentação: O Vatapá, o Caruru, e a galinha de ximxim, na Bahia, o Tacacá com Tucupi, no pará; a carne de Sol no Rio Grande do Norte e outros estados; o barreados no paraná; a torta Capixaba, no Espirito Santo; o Churrasco Gaúcho, etc.
Neste grupos estão incluídos os meios de pesca, caçar e trasporte típicos de cada terra. As cerimônia de noivado, casamentos e enterro. As diferentes formas de curar as moléstia. As rezas para cura de cada enfermidade.
5ª) CRENDICES E RELIGIOSIDADES - Os sinais " quebrar espelho é sinal de desgraças", "coceira na mão é sinal de Dinheiro". Algumas através de versos: "Caindo a colher. É visita de mulher".
Os maus agouro: encontrar um gato preto sexta -feira 13.
Os fantasma: Mula sem cabeça; lobisomem. Ver a sorte em um copo D´água; reza a Stº Antônio para casar depressa. As correntes da felicidades". O canbomblé e a macumba (misto de religião, feitiçaria e danças). A "Lavagem da Igreja do Bomfim" na Bahia. A devoção a São Benedito e a São Jorge, que é misto religioso e macumba.

"CAINDO A COLHER. É VISITA DE MULHER"

As pessoas dedicadas ao estudo do folclore, dividiram este assunto em oito Categorias.
1ª) LINGUAGEM - A maneiras de falar de uma região. Exemplo: "Você quer ser mais realista do que o rei".
2ª) MÚSICA E DANÇA - Instrumento populares: o berimbau dos negros da bahia; a cuíca, o tanborim. Rítmos músicais: o maracatu, a ranchera do Rio grande do sul; marcha-rancho dos desfiles carnavalesco, pastorial nas comemorações do natal; a folia de reis e o reisado, no Dia dos Reis Magos; as congadas de Minas Gerais; o bumba meu boi; os guerreiros; a dança do cômodo; o mineiro pau; a capoeira ; o fandango; as afamadas escolas de samba do Rio de Janeiro.
3ª) USOS E COSTUMES - Os mais divulgados são os referentes á alimentação: o vatapá, o caruru e a galinha de ximxim, na Bahia, o tacacá com tucupi, no Pará; a carne de sol no Rio Grande do Norte e outros estados; barreados no Paraná; a torta Capixaba, no Espírito Santo: o churrasco Gaúcho, etc. Neste grupo estão incluidos os meios de pesca, caçar e transporte típicos de cada terra. As cerimónias de noivados, casamentos e enterra. As diferentes formas de curar as moçéstias. As rezas para a cura de cada enfermidade.

FOLCLORE

A palavras folclore foi criado pelo inglês William Elvoms, que a usou pela primeira vez no dia 22 de agosto de 1846. Esta palavras significa "pensamento vulgar", "antiguidades populares". Em inglês a palavras é escrita: FOLK-LORE.
O dia 22 de agosto é o " Dia do Folclore", que é comemorado em todo o universo. No Brasil, o folclore vem merecendo a máxima atenção por ser uma legítima expessão cultural. Para preservar os valores folclórico do Brasil, foram criados um "Conselho Nacional de Folclore" e a " Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro"
O Presidente da República, através do Decreto Nº 56.747 de 17/08/1965, criou oficialmente o "Dia do Folclore", que é comemorado no Brasil inteiro.
Fonte: Folclore -Maria Franca Pires
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