segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dalvinha & Didi

 A Pastelaria do Didi fica na avenida Adolpho Vianna, no meio da folia.

Recordar é Viver

domingo, 29 de maio de 2011

O Bloco Mais Bonito do Carnaval 2011 de Juazeiro - Recordar é Viver

 O nosso Rei Momo Flávio Henrique e a Rainha Gliêda Mandes. Irradiam Alegria, parabéns ao Rei  e a Rainha por tanta simpatia e magia.
 O Bloco Recordar é Viver formam a trupe da Alegria, vocês são o espírito do carnaval.
 Artistas , políticos, professores, oficiais, diretores de outros blocos  sempre presente na grande festa da alegria, junto com o pierrô, a colombina e o alecrim. Sempre trazendo muita alegria para os foliões.
 Seu nome é animação, tem samba, frevo, afoxé  todos os ritmos na ponta do pé!
 Rogerio, diretor do bloco Cabaré das Ilusões. 
 O professor Marcelo e o Presidente da Federação Baiana de Futebol de Salão.
 Pinguim um grande agitador cultural, que sempre apoia e luta pelas Manifestações Culturais de Juazeiro.
 Rogerio do Cabaré, Coronel Geraldo um grande escritor ,o neto, a irmã Profª Marlene e o esposo Dr. Arivaldo Santos, que vieram passar o carnaval em Juazeiro.
 A Frevuca de Petrolina e as nossa belas e animadas senhoras. Recordando...
 Mamãe, crianças, jovens, a família, palhaços todos na maior alegria, fizeram a festa. 
Viva o Recordar é Viver ! Viva o Carnaval ! Viva a Alegria ! Viva Valdeci Cabeleireira!  Idealizadora do bloco, que sempre lutou pela felicidade geral e fez os grandes Carnavais.

Riacho do Navio

Navegando no Velho Chico V - Projeto Socioambiental

Rio São Francisco, Portos das Barquinhas Juazeiro da Bahia.
Barca Rios Dos Currais, maio de 2011
A bordo da Barca Rios dos Currais  acontece o Projeto Navegando no Velho Chico, que mostra o  Rio São Francisco como uma Escola Viva a céu aberto em busca de novos caminhos para o Ensino Público, na transformação do cidadão e cidadã, em busca de melhores condições de vida. , onde todos devem aprender e multiplicar o cuidado com o rio.
Na 5ª etapa do Projeto participaram coordenadores pedagógicos da Rede Municipal de Ensino.
"Todos têm obrigação de cuidar do meio ambiente" disse a Promotora de Justiça e Coordenadora do Núcleo de Defesa da Bacia do Rio São Francisco, Drª Luciana Khoury. Com música, poesia é um linguagem criativa e super divertida foi passada a realidade do rio, das comunidade ribeirinha, os crime cometido contra o rio e a importância do rio na vida dos ribeirinhos, quilombolas, índigenas e pescadores. 

O Projeto Navegando no Velho Chico foi idealizado pela Promotora de Justiça, Drª Luciana Khoury, com parceria da Pastoral da Terra (CPT), IRPAA e da Secretaria de Educação.
Os coordenadores tiveram contato com os impactos ambientais da região e compartilharam conhecimento, que são fundamental para a construção de um mundo melhor. 
A Educação Ambiental é " o processo em que busca despertar a preocupação individual e coletivo para as questões ambientais, garantindo o acesso à informação em linguagens adequada, contribuindo para o desenvolvimento de uma consciência critica e estimulando o enfrentamento das questões ambientais e social. Desenvolvendo-se num contexto de complexidade, procurando trabalhar não apenas a mudança cultural, mas também a transformação social, assumindo a crise ambiental como uma questão ética e política" (Art. 1º, Lei Federal nº 9795/99)
Os coordenadores das Escolas Municipais viram a realidade das comunidades ribeirinhas e os crimes cometido contra o Rio São Francisco (desmatamento, exploração mineral, construções ilegais, incêndios, lixo, desmatamento e uso irregular de agrotóxicos). O Projeto Navegando no Velho Chico, quer através da viagem de barco, voltadas para sensibilização ambiental, incentivando à preservação, conservação, recuperação e manutenção do meio ambiente.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Boato Ribeirinho


Música : Boato Ribeirnho
(Nilton Freitas, Wilson Freitas e Wilson Duarte)
Voz: Nilton Freitas
Cd:Belo Sertão 2006

Um Bonito CD - Belo Sertão

 Merece um Gramy, só tem fera, um Cd pra tocar nas escolas, no radio. O CD  "Belo Sertão" faz parte do projeto cultural de convivência com o semi-árido. O sertão de Luis Gonzaga, Targino Gondim, Nilton Freitas, Roberto Malvezzi, Patativa do Assaré em forma didática que ajuda a compreender a labuta diária do povo sertanejo.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A volta da Asa Branca - Caetano Veloso


Festival de 1973 (Phono 73)

0 Vôo da Asa Branca

O semi-árido também é música. Ela teve do dom de tornar o semi-árido conhecido. Também a literatura regional. Mas foi Luis Gonzaga, juntamente com seus poetas, que soube trazer para a música a dura realidade do povo do sertão nordestino e que a tornou conhecida em todo território brasileiro. As letras de suas músicas, elaboradas pelos poetas que acompanham Zé Dantas, Patativa do Assaré, Humberto Teixeira, etc. São densas, poéticas, humanas e belas. Asa Branca é praticamente um hino nacional e que registra a saga de milhões de nordestino ao longo dos séculos e que continua nos dias de hoje.
Encarte do CD: Belo Sertão - IRPAA
A convivência com o semi-árido através da música  com Nilton Freitas, Targino Gondim, Roberto Malvezzi

terça-feira, 24 de maio de 2011

Asa Branca - Luiz Gonzaga


No dia 03/03 de 1947, Luiz Gonzaga entrou nos estúdios da RCA para gravar a música Asa Branca que seria lançada em maio daquele ano. Composta em Parceria com Humberto Teixeira, Gonzagão imortalizou esse hino do Nordeste, do Brasil.
Confiram esse vídeo com imagens raríssimas de uma entrevista do Humberto Teixeira, Imagens emocionante do seu Luiz.
www.luizluagonzaga.com.br

Da indústria da seca para a convivência com o Semi-Árido brasileiro


Cercas, favores e votos

Como explicar que tenha sido criada e mantida durante tanto tempo a imagem de que o semi-Árido brasileiro é uma região seca e relativamente inabitável, causadora de uma miséria invencível?
São muitas as causas, mas sua compreensão poderá tornar-se mais concreta se partimos de uma apresentação do que é geograficamente esse Semi-Árido.
Uma área imensa e diversificada
O Semi-Árido brasileiro é um dos maiores do planeta, em extensão geografica e em população. Tem perto de 868.000 quilômetro quadrados; abrange o norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santos, os sertões da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e uma parte do sudeste do Maranhão. Vivem nessa região mais de 18 milhões de pessoas.
Em termos gerais, é semi-árida uma área territorial em que há deficiência e/ou irregularidade de chuvas, fazendo com que a evaporação seja superior à precipitação. Geralmente, nessa área há ocorrência de secas periódicas.
O Semi-árido brasileiro é um dos mais úmidos do mundo. A precipitação pluviométrica é de 750 milímetro, em média. Em condições normais, chove mais de 1.000 milímetro. Isso é muita água em qualquer parte do mundo, um índice privilegiado em comparação com outros áreas semi-árida. Israel, por exemplo, pode ser considerado região árida, nessa comparação.
 O problema do Semi-árido brasileiro “ é que o cristalino está à flor da terra, praticamente. O solo é muito raso, a retenção de água subterrânea é muito difícil. Normalmente, se tem pouquíssima água retida, porque o rum off (escoamento), como dizem os ingleses, é muito forte. A água cai e corre. Se furar um pouco, encontra-se rocha cristalina, rocha matriz. Portanto, os solos capazes de reter água mesmo não muito fundos. Lençóis freáticos, só em certas regiões se tem, isso tudo com brechas e com rupturas. Em alguns lugares, dentro da rocha cristalina se tem uma falha grande onde se encontra água boa e pura. Lá no Piauí e em outras áreas do Nordeste, a rocha granítica matriz se rompeu, acumulou e tem uma piscina de água retida guardada. é uma região muito especial: se for estudada bem, trabalhada bem, desenvolvida, pode ser fluorescente. Não é para abandonar o Nordeste, não...”  
Essa citação do grande mestre Celso Furtado nos ajuda a entender duas coisas: primeiro, que a região, no seu conjunto, se caracteriza por ter solos, com baixa capacidade de retenção das chuvas, o que a torna frágil em relação às ocorrências de estiagens; segundo, que, por ser tão extenso geograficamente, esse Semi-Árido é diversificado. Parte dele já é árida, desertificada. Algumas outras áreas estão em processo intenso de degradação, constituindo o polígono da seca, em que a população sofre muito mais quando as chuvas se tornam mais raras. Mas existem verdadeiro oásis dentro da região, com terras úmidas e que guardam a água como esponjas o ano inteiro.
Essa rápida caracterização nos indica que o desafio central do Semi-árido é o armazenamento e o uso adequado da água das chuvas. Existem rios, temos água subterrânea, foram construídas grandes barragens, existem áreas de irrigação com água captada de rios ou de poços artesianos. E como chove relativamente bem nele, é possível guardar com facilidade o precioso presente. Isso leva muitos estudiosos a afirmar que a água não é o maior problemas da região. Qual será, então, o problema maior?
LIVRO: ÁGUA DE CHUVA 
O segredo da convivência com o Semi-Árido brasileiro - IRPAA

Orquestra Juvenil da Bahia

Mapa do Brasil pode pular de 26 para 33 Estados

Congresso discute propostas de mudança e a mais avançada é que divide o Pará em três

Neste mês, a Câmara dos Deputados aprovou a realização de um plebiscito para a população do Pará decidir se concorda com a criação de dois novos Estados: o do Carajás e o do Tapajós. Mas a mudança no mapa do Brasil não para por aí. O Congresso tem propostas para criar 11 unidades da federação, entre Estados e territórios. E, se forem aprovadas, o país passará de 26 para 33 Estados e criará quatro territórios.

A região Norte sofreria a maior mudança em sua geografia porque, além do desmembramento do Pará, abrigaria os quatro territórios: Rio Negro, Solimões, Juruá e Oiapoque. No Nordeste, são três ideias: o Estado do Maranhão do Sul, o da Gurgueia (desmembramento do Piauí) e o do Rio São Francisco (separação de parte da Bahia). Já no Centro-Oeste, o movimento se concentra no Estado do Mato Grosso, onde podem surgir duas novas divisões: Mato Grosso do Norte e Araguaia.
Os movimentos de separação já têm mais de 20 anos, explica o geógrafo Gilberto Rocha, da UFPA (Universidade Federal do Pará). Durante as discussões para elaboração da Constituição de 1988, regiões manifestaram interesse em se tornarem independentes. Uma delas é o atual Tocantins, que pertencia à Goiás.
- Naquele contexto, emergiram várias propostas de divisão do território nacional. Praticamente em todas as regiões surgiram movimentos com essa perspectiva. Isso, em parte, pode ser explicado em função de que a matéria foi colocada em segundo plano durante todo o regime militar.
O pesquisador lembra que houve algumas modificações durante a ditadura, como a criação do Estado do Mato Grosso do Sul e a unificação do Rio de Janeiro, mas elas não foram tratadas em nível nacional.
Segundo Rocha, durante o regime militar houve uma modificação substancial no povoamento e nas formas de uso do território brasileiro, com o processo de modernização do país. Surgiram novas fronteiras de povoamento, novas cidades e também novos pólos de poder. Muitas dessas fronteiras, principalmente na região Norte, foram estimuladas pelo governo. O geógrafo diz que, só no Pará, surgiram mais de 70 cidades naquele período.
- Na parte oeste da Amazônia Ocidental, onde os processos [de povoamento] não foram intensos, há propostas de criação de novas estruturas político-administrativas, os territórios, que vêm de cima para baixo e não de reivindicações locais.
Os territórios federais deixam de fazer parte de um único Estado para integrar a União. De acordo com a Constituição, as contas passam a ser submetidas ao Congresso Nacional e, caso o território tenha mais de 100 mil habitantes, um governador pode ser nomeado (sem realização de eleições). Segundo o geógrafo, a criação dos territórios está muito relacionada à proteção de fronteiras.
O deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), autor do projeto sobre o Território Federal do Oiapoque, diz que, na época em que ele foi apresentado, em 2001, a região vivia uma “situação de abandono” e precisava de mais investimentos para desenvolvimento e proteção da fronteiras do país. O deputado admite, no entanto, que a proposta está parada e perdeu a força, porque a região passou a receber mais recursos, inclusive do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
- O governo [federal] não tem a intenção de criar novos territórios. Não é um assunto que esteja na pauta da Câmara ou do governo.
Novos Estados
O geógrafo Gilberto Rocha explica que os movimentos de criação de novos Estados estão ligados a grupos emergentes, que reivindicam o controle desses territórios.
- No Pará, há mobilização de poderes locais que emergiram nos últimos 30 anos. São populações que emigraram do Brasil inteiro.
Ele ressalta que não é possível dizer que os movimentos sejam apenas da elite e que não haja interesse da população e o desejo de autodeterminação.
O deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA), um dos principais articuladores para criação do Estado do Carajás, afirma que há mais de 20 anos, a região “sonha com o desenvolvimento”. Segundo ele, apesar dos investimentos do setor privado ali, o Estado é ausente.
- Não há bom governador que dê conta de um Estado desse tamanho. [...] O Pará não tem capacidade de gestão daquela região. Há a ausência absoluta de Estado.
Para ele, o atual crescimento do Tocantins, que era conhecido como um “corredor de miséria”, estimula a população de parte do Pará a pedir a emancipação.
- A classe política é uma classe, aqui no Brasil e no mundo todo, muito desacreditada. Há esse preconceito, quando você fala em criar um novo Estado, que é oportunismo e forma de fazer farra com o dinheiro público. Mas há gente decente na classe política.
Segundo o deputado, o novo Estado não vai precisar de “nenhum centavo da União”, porque os recursos que já vão para o Pará seriam repartidos e, além disso, arrecadação do Carajás seria suficiente para mantê-lo. A mineradora Vale é citada como uma das grandes investidoras na região.
Amanda Polato
Fonte: R7

domingo, 22 de maio de 2011

80 Anos de João Gilberto - 10 de Junho


50 Años de Bossa nova: João Gilberto y las primeras impresiones de este gran estilo musical.

Juazeiro da Bahia

Esperando o Carnaval

Orla de Juazeiro, onde acontece o Carnaval.
Últimos preparativos, os camarotes estão sendo montados na Orla de Juazeiro. 

Harmonia do Samba

Programação do Carnaval de Juazeiro 2011

João Gilberto & Caetano


João Gilberto & Caetano Veloso en Buenos Aires, 2000

João Gilberto


João Gilberto Prado Pereira de Oliveira (Juazeiro, 10 de junho de 1931) é um músico brasileiro, considerado o criador do ritmo bossa nova.
Nascido na Bahia, na cidade sertaneja de Juazeiro, João ganhou um violão aos 14 anos de idade, e, desde então, jamais o largou. Na década de 1940, adorava escutar de Duke Ellington e Tommy Dorsey até Dorival Caymmi e Dalva de Oliveira. Aos 18 anos decide se mudar para Salvador com intenção de ser cantor de rádio e crooner. Em seguida, foi para o Rio de Janeiro, em 1950, e teve algum sucesso cantando no grupo Garotos da Lua. Entretanto, foi posto para fora da banda por indisciplina, passando alguns anos numa existência marginal, ainda que obcecado com a ideia de criar uma nova forma de expressar-se com o violão. Seu esforço finalmente foi recompensado e, após conhecer Tom Jobim - pianista acostumado à música clássica e também compositor, influenciado pela música norte-americana da época (principalmente o jazz) - e um grupo de estudantes universitários de classe média, também músicos, lançaram o movimento que ficou conhecido por bossa nova.

Bossa Nova

O ritmo da bossa nova é uma mistura do ritmo sincopado da percussão do samba numa forma simplificada e a ao mesmo tempo sofisticada, que pode ser tocada num violão (sem acompanhamento adicional), cuja técnica foi inventada por João Gilberto. Quanto à técnica vocal (parte integral do conceito de bossa nova), é uma técnica de cantar em tom de voz uniforme, com voz emitida sem vibrato, e com um fraseado disposto de forma única e não-convencional (ora antecipando, ora depois da base rítmica), e de forma a eliminar quase todo o ruído da respiração e outras imperfeições.
Apesar da fama com a então recém-criada bossa nova, sua primeira gravação lançada comercialmente foi uma participação como violonista no disco de Elizeth Cardoso de 1958 intitulado Canção do Amor Demais, composto por canções de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Pouco depois desta gravação, João Gilberto gravou seu primeiro disco, Chega de Saudade. A faixa-título, composta por Tom e Vinicius e que também aparecia no álbum de Elizeth Cardoso, foi sucesso no Brasil, lançando a carreira de João Gilberto e, por consequência, todo o movimento da bossa nova. Além de Chega de Saudade no lado "A", o disco trazia no outro lado a canção Desafinado, de Tom e Newton Mendonça. Este disco foi seguido de outros dois, em 1960 e 1961, nos quais ele apresentou músicas novas de uma nova geração de cantores e compositores, como Carlos Lyra e Roberto Menescal. Por volta de 1962, a bossa nova tinha sido adotada por músicos de jazz norte-americanos, tais como Herbie Mann, Charlie Byrd e Stan Getz. A convite de Getz, João Gilberto e Tom Jobim fizeram aquele que se tornou um dos melhores álbuns de jazz de todos os tempos, Getz/Gilberto. Com este álbum, Astrud Gilberto esposa de João Gilberto na época, se tornou uma estrela internacional, e a composição de Jobim "Garota de Ipanema" (em sua versão em inglês, "The Girl from Ipanema") se tornou um sucesso mundial, e modelo pop para todas as idades.
João Gilberto continuou a fazer espetáculos na década de 1960, porém não lançou outros trabalhos até 1968, quando gravou Ela é Carioca, durante o tempo em que residiu no México. O disco João Gilberto, algumas vezes chamado de "o álbum branco" da bossa nova (em alusão ao álbum branco dos Beatles) foi lançado em 1973, e apresenta uma sensibilidade musical quase mística, sua primeira mudança de estilo perceptível após uma década. O ano de 1976 viu o lançamento do disco The Best of Two Worlds, com a participação de Stan Getz e da cantora Miúcha, que se tornara a segunda esposa de João Gilberto em abril de 1965, com quem tem uma filha, a cantora Bebel Gilberto. Amoroso, de 1977, teve os arranjos de Claus Ogerman, que buscou uma sonoridade similar à de Tom Jobim. O repertório era composto de velhos sambas e alguns padrões musicais norte-americanos da década de 1940.
Nos anos 80 no Brasil, João Gilberto colaborou com Gilberto Gil, Caetano Veloso e Maria Bethânia (criadores, em fins da década de 1960, do movimento conhecido como Tropicália). Em 1991 lançou o disco João, que não tinha nenhuma composição de Tom Jobim. Ao invés disso, teve trabalhos de Caetano, Cole Porter e de compositores de língua espanhola. João Voz E Violão, lançado em 2000, assinalou um retorno aos clássicos da bossa nova, como "Chega de Saudade" e "Desafinado". O CD, uma homenagem à música de sua juventude, foi produzido por Caetano Veloso.
Intercaladas com estas gravações em estúdio, surgiram também gravações ao vivo, como Live in Montreux, Prado Pereira de Oliveira ou Live at Umbria Jazz.
A última de raras turnês de João aconteceu em 2008 no Brasil, em duas apresentações no Auditório Ibirapuera em São Paulo e tiverem todos os ingressos vendidos em aproximadamente uma hora e no Rio de Janeiro, para uma apresentação no Theatro Municipal, o mesmo aconteceu. Nos concertos de São Paulo as grandes surpresas foram a execução de canções não antes registradas por João, como 13 de Ouro, Dor de Cotovelo, Hino Ao Sol / O Mar, Chove Lá Fora, Dobrado de Amor a São Paulo, e uma música inédita de sua própria autoria, em homenagem ao Japão.
Saber mais, clique aqui
Fonte: Wikipédia

Gal Costa

Casa que João Gilberto nasceu - Juazeiro Bahia

 A casa onde João Gilberto nasceu, fica na cidade de Juazeiro na Bahia, hoje a casa é alugada ao Governo do Estado, fica localizada na Praça da Bandeira ao lado da Catedral de Juazeiro.

Raça Humana


Neste clip, de 1984, os dois cantores interpretam o funk "A mão da limpeza", um protesto contra o racismo gravado por Gilberto Gil no LP "Raça Humana".

sábado, 21 de maio de 2011

XI Congresso Nacional da Federação de Arte Educadores


O XXI CONFAEB / Congresso Nacional da Federação de Arte/Educadores do Brasil reunirá pesquisadores, professores e estudantes de arte, artistas, arte-terapeutas, agentes culturais, mediadores de museus e outros profissionais, além de instituições de ensino superior, associações civis, organizações governamentais e não governamentais que se voltam para a arte-educação e áreas afins.
Tendo como temática “Culturas da Pesquisa – Arte, Educação e Tecnologia”, o XXI CONFAEB congregará a produção recente sobre o ensino e a pesquisa em Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, através de conferências, mesas redondas, comunicação de pesquisa, narrativas estético-pedagógicas, painéis, oficinas e mini cursos, contemplando ainda mostras de trabalhos artísticos, sessões plenárias e assembléias da FAEB.
Saber mais, clique aqui

Daniela Mercury

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Pra não dizer que não falei de flores - II

Layze de Luna Brito

No ínício da administração do atual Prefeito, ao saber que o titular da Secretaria de Educação viria de Petrolina, trazendo de lá sua equipe para os cargos de confiança, indaguei: em Juazeiro não existe alguém capacitado para gerenciar a educação? Lembrando que um ex-prefeito também trouxera de outra cidade uma pessoa que conduziu muito bem a Secretaria de Saúde, aguardei o desenrolar dos acontecimentos.
Com o passar dos meses não me decepcionei. O Prof. Plínio José de Amorim Neto sabia para que veio e está desenvolvendo um bom trabalho na SEDUC. Estive lá e coletei as seguintes informações.
Objetivando promover e articular a política educacional do Município em consonância com as diretrizes dos governo federal e estadual, a SEDUC elaborou o Plano Municipal de educação (SAEJ), equivalente ao “Prova Brasil”. Promoveu a eleição de diretores e a reativação dos Conselhos Escolares. Custeou 60 licenciaturas para docentes, 25 especializações para Atendimento Educacional Especializados e 11 para Tecnologias Educacionais pelo PROINFO. Formou parceria com o Instituto Qualidade no Ensino. Desenvolve vários projetos pedagógicos. Utiliza uma política de concessão de licença prêmio. Concedeu  mais de 36% de aumento salarial aos professores. Adquiriu 05 creches em 2010, mais 10 em 2011,  07 ônibus escolares e duas quadras poliesportivas. Sediou o Encontrou Interestadual do MEC que regulamentará a educação municipal nos próximos dez anos.
Também conversei com algumas professoras e detectei o nível de satisfação da classe. Então, pra não dizer que não falei de flores, aqui registro meu elogio à equipe da SEDUC e especialmente ao Prof. Plínio, que sabiamente conduz os trabalho ali realizados.
Aí está a importância de colocar a pessoa certa no lugar certo. Sabemos que a qualidade individual serve como base para a qualidade total, pois os problemas que surgem numa corporação têm suas raízes nos indivíduos que a compõem.
Se os candidatos não se comprometessem, oferecendo cargos aos que financiam suas campanhas, acertariam em suas escolhas. Se os financiadores das campanhas  visassem apenas ao progresso de Juazeiro, não exigiriam a admissão de parentes ou até mesmo a sua admissão em  troca do apoio oferecido. Ocupar uma função em desacordo com suas habilidades gera desajustes e os desajustes criam decepções. Alguém já viu cajueiro dar maça?
Louvemos então a SEDUC, cujo dirigente, aceitando desafios, soube lidar com as possíveis mudanças e hoje nos permite falar de flores.

Layze de Luna Brito
18/04/2011



quinta-feira, 19 de maio de 2011

O Cravo Brigou com a Rosa

Cantigas de Roda em confronto com a Constituição Federal

Do blog gerivaldoneiva - Juiz de Direito, clique aqui.
Cantigas de Roda em confronto com a Constituição Federal

Gerivaldo Alves Neiva, Juiz de Direito, 21.09.2010

A proposta do exercício é comparar os princípios e as garantias constitucionais com os textos das “Cantigas de Roda”. Não se trata, evidentemente, de condenar as “Cantigas de Roda” ou, muito menos, de declarar a “inconstitucionalidade”, mas simplesmente oferecer uma dinâmica para compreensão dos princípios e garantias previstos na Constituição.
Também não é intenção discutir como o texto dessas “cantigas”repercute no aprendizado e na formação das crianças. Com efeito, penso que esta não é tarefa para os juristas. Algumas situações expostas pelas“cantigas” talvez possam ser explicadas pela psicologia analítica, principalmente pela teoria dos “arquétipos”, desenvolvida por Jung. Mas, como disse antes, esta não é tarefa para juristas.
Voltando ao assunto, depois das leituras propostas, pode-se se chegar à conclusão que as “cantigas”, com exceção de “Terezinha de Jesus”, estão completamente desvinculadas do projeto constitucional de construção de uma sociedade justa livre e solidária, fundada na cidadania e dignidade da pessoa humana. (arts. 1º e 3º, CF). Além disso, em outros casos, é clara a desvinculação das “cantigas” com legislações mais específicas, a exemplo da proteção à criança, mulheres e meio ambiente.
Vamos lá.
I – Atirei o pau no gato-to-to mas o gato-to-to não morreu-reu-reu. Dona Chica-ca-ca admirou-se-se do berro, do berro que o que o gato deu: miauuuuuu.
A tentativa, ao que parece, era mesmo de matar o gato com uma paulada, mas o gato não morreu para admiração da Dona Chica, que é omissa e apenas assiste à cena macabra. Assim, além de banalizar a vida do gato e demonstrar um comportamento cruel, o texto da “cantiga” não está de acordo como o artigo 225 e seus incisos da CF, que defende o direito de todos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

II - Eu sou pobre, pobre, pobre, de marré, marré, marré. Eu sou pobre, pobre, pobre, de marré de si. Eu sou rica, rica, rica, de marré, marré, marré. Eu sou rica, rica, rica, de marré de si.
Evidente que uma nação é composta de ricos e pobres, mas a“cantiga” demonstra a soberba e disriminação de uma “menina rica” e, de outro lado, a aceitação de sua condição de pobre por outra menina, como se fosse isso um fato natural. No entanto, consta dos objetivos da República: (i) erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais e (ii) promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. (Art. 3º, III e IV, CF).

III - Vem cá, Bitu! vem cá, Bitu! Vem cá, meu bem, vem cá! Não vou lá! Não vou lá, Não vou lá! Tenho medo de apanhar.
Bom, se “Bitu” é um cãozinho, por exemplo, mais uma vez é o caso de maus tratos a um animal. De outro lado, ao recusar o convite, a impressão que se tem é que “Bitu” não vai porque já sabe que vai apanhar. Tortura continuada? Aqui resta demonstrada também a banalização de sua integridade física por parte de quem lhe chama. Se“Bitu” é um ser um humano – uma criança ou uma mulher, por exemplo – a “cantiga”, além de violar as garantias individuais, a integridade física e moral, também violaria o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei Maria da Penha.

IV - Marcha soldado, cabeça de papel! Quem não marchar direito, vai preso pro quartel.
Primeiro, a voz do comando humilha o soldado ao chamá-lo de“cabeça de papel”. (Bullying?) Em seguida, viola os princípios da legalidade e do devido processo legal ao determinar a prisão do soldado pelo simples fato de “não marchar direito”, ou seja, se não é crime“marchar errado” não pode também ser preso autoritariamente quem assim age. Além disso, mesmo que fosse crime, a Constituição garante a todos os acusados o direito à ampla defesa, contraditório e devido processo legal. (Art. 5º, LV, CF).

V - A canoa virou, por deixar ela virar, foi por causa da fulana que não soube remar.
Novamente, a voz do comando acusa a “fulana” de não saber remar e causar o naufrágio da canoa. Assim, a “cantiga” responsabiliza sem direito à defesa e ao devido processo legal.

VI - Samba-lelê tá doente, tá com a cabeça quebrada. Samba-lelê precisava é de umas boas palmadas.
Primeiro, Samba-lelê já está com a “cabeça quebrada” e isto demonstra que também já foi vítima de uma violência. Além disso, a“cantiga” defende que Samba-lelê precisa ainda de umas boas palmadas. Mas o que fez de tão grave Samba-lelê? Isto não seria tortura? Ora, neste caso está evidenciado que Samba-lelê, aqui entendido como sendo uma criança, foi vítima de maus tratos e continua sofrendo ameaças. Assim, além de ferir a Constituição, a “cantiga” viola também o Estatuto da Criança e do Adolescente.

VII - Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega esta criança que tem medo de careta
Este boi pega crianças simplesmente por ser um boi ou porque é um “boi da cara preta”? A criança tem medo de boi ou de “careta”?Então, a cara do boi da cara preta é uma “careta”? Se for isso, a“cantiga” demonstra um sentido de discriminação pela cor da “cara” do boi e, pior ainda, ameaça uma pobre criança e transforma um animal em algo assustador. A “cantiga” induz à discriminação e viola também princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente.

VIII - O cravo brigou com a rosa debaixo de uma sacada; o cravo saiu ferido e a rosa despedaçada. O cravo ficou doente, a rosa foi visitar; o cravo teve um desmaio, a rosa pôs-se a chorar.
Esta “cantiga” é de uma enorme complexidade e merece estudo mais aprofundado sobre as relações humanas. (Aqui só Freud ou Jung!). De outro lado, tomando-se o caso como sendo uma “briga de marido e mulher”, o que se percebe é que o casal chegou às vias de fato e um“saiu ferido” e o outro “despedaçado”. Coisa horrível para um casal. Além disso, o reencontro também é muito complexo, pois o Cravo (ferido e doente) sofre um desmaio ao visitar a Rosa (despedaçada), que pôs se a chorar. Não seria melhor que tivessem se reconciliado após uma boa mediação?

IX - Terezinha de Jesus de uma queda foi ao chão. Acudiram três cavaleiros todos três, chapéu na mão. O primeiro foi seu pai, o segundo seu irmão, o terceiro foi aquele que a Tereza deu a mão. Terezinha de Jesus levantou-se lá do chão e sorrindo disse ao noivo: eu te dou meu coração! Da laranja quero um gomo, do limão quero um pedaço, da morena mais bonita quero um beijo e um abraço
Chegamos ao fim com este belo exemplo de igualdade, solidariedade, fraternidade e amor. Os três cavaleiros são iguais pela condição de cavaleiros e os três “chapéu na mão”. Todos acodem uma pessoa caída e dois deles fazem parte de sua família (o pai e o irmão). Ao final, Terezinha se enamora com o terceiro cavaleiro e lhe dá o coração, ou seja, tudo termina em beijos e abraços.
Quem souber, que conte outra...
Fonte: gerivaldoneiva.blogspot.com

terça-feira, 17 de maio de 2011

Cotação de Preços - Mercado do Produtor de Juazeiro-BA.

             Mercado do Produtor de Juazeiro-BA.17/05/2011 FONE;(74) 3611-5852

Carinho de Verdade - Conheça o Movimento

Lançamento da Campanha Carinho de Verdade


Dia 19 de outubro de 2010 foi realizado o evento "O Maior Abraço do Mundo", no Cristo Redentor, Rio de Janeiro, para lançar a Campanha Carinho de Verdade.
Realizado pelo Conselho Nacional do Sesi em parceria com a Rede Globo, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, a Childhood Brasil, o Sesc/Senac, a Petrobrás, a Firjan e várias organizações que integram as redes de enfrentamento à violência sexual no Brasil, o evento contou com a participação de várias personalidades que apoiam o movimento.

18 de Maio - Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescente

O “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, instituído pela Lei Federal 9.970/00, no dia 18 DE MAIO, é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro.  Esse dia foi escolhido, porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”.  Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados. Esse crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune. A intenção do 18 DE MAIO é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar dessa luta.
A violência sexual praticada contra a criança e o adolescente envolve vários fatores de risco e vulnerabilidade quando se considera as relações de geração, de gênero, de raça/etnia, de orientação sexual, de classe social e de condições econômicas. Nessa violação, são estabelecidas relações diversas de poder, nas quais pessoas e/ou redes satisfazem seus desejos e fantasias sexuais e/ou tiram vantagens financeiras e lucram usando, para tais fins, as crianças adolescentes. Nesse contexto, a criança ou adolescente não é considerada sujeito de direitos, mas um ser despossuído de humanidade e de proteção.  A violência sexual contra meninos e meninas ocorre tanto por meio do abuso sexual intrafamiliar ou interpessoal como na exploração sexual.   Crianças e adolescentes vítimas de violência sexual podem estar vulneráveis e tornarem-se mercadorias e assim serem utilizadas nas diversas formas de exploração sexual como: tráfico, pornografia, prostituição e exploração sexual no turismo. 
As violações dos direitos humanos sexuais de crianças e adolescentes não se restringem a uma relação entre vítima e autor. Essas violações ocorrem (e são provocadas) pela forma como a sociedade está organizada em cada localidade e globalmente. Podem ser destacadas, nesse aspecto, as atividades turísticas que não consideram os direitos de crianças e adolescentes, facilitando ações de exploração sexual. Nesse contexto, também estão os grandes empreendimentos que, quando não assumem a sua responsabilidade social, causam impactos nos contextos locais potencializando a gravidez na adolescência, o aumento de doenças sexualmente transmissíveis, o estímulo ao uso de drogas e a entrada e permanência de meninas e meninos nas redes de exploração sexual.
O enfrentamento à violação de direitos humanos sexuais de crianças e adolescentes pressupõe que a sexualidade é uma dimensão humana, desenvolvida e presente na condição cultural e histórica de homens e mulheres, que se expressa e é vivenciada diferentemente nas diversas fases da vida. Na primeira infância, a criança começa a fazer as descobertas sexuais e a notar, por exemplo, diferenças anatômicas entre os sexos. Mais à frente, com a ocorrência da puberdade, passa a vivenciar um momento especial da sexualidade, com emersão mais acentuada de desejos sexuais. Nessas fases iniciais do desenvolvimento da sexualidade (infância e adolescência), é fundamental a atenção, a orientação e a proteção a partir do adulto. Nenhuma tentativa de responsabilizar a criança e o adolescente pela violação dos seus direitos pode ser admitida pela sociedade.
Aos adultos, além da sua responsabilidade legal de proteger e defender crianças e adolescentes cabe-lhes o papel pedagógico da orientação, acolhida buscando superar mitos, tabus e preconceitos oferecendo segurança para que possam reconhecer-se como pessoa em desenvolvimento e envolverem-se coletivamente na defesa, garantia, e promoção dos seus direitos.
Queremos convocar todos – família, escola, sociedade civil, governos, instituições de atendimento, igrejas, universidades, mídia – para assumirem o compromisso no enfrentamento da violência sexual, promovendo e se responsabilizando para com o desenvolvimento da sexualidade de crianças e adolescentes de forma digna, saudável e protegida.

Dia Mundial do Meio Ambiente

" Embora as decisões individuais podem parecer pequenas diante das ameaças e tendências globais, quando milhares de pessoas se unem em um propósito comum, podemos fazer uma tremenda diferença. " 
                                       Secretário-Geral Ki - Moon
Atenção Professores! Dia 05 de Junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente e Semana do Meio Ambiente. Mobilize sua escola ,seu bairro e façam festas, palestras e exposições! Vamos comemorar o Dia e Semana do Meio Ambiente.
Saber mais: http://hqweb.unep.org/
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