quarta-feira, 28 de novembro de 2012

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Professor lança livro sobre História da Educação

O Professor Dr. José Roberto Gomes Rodrigues juntamente com o  Departamento de Ciências Humanas (DCH) - Campus III convidam Vossa Senhoria para o lançamento do Livro Pedagogia e Ensino de História da Educação.
DIA: 06/12/2012
HORÁRIO: 19 horas
LOCAL: Canto de Tudo - DCH III UNEB 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

DENGUE: Contando uma história

Comemoração dos 20 anos da Peregrinação confirma o compromisso de todos em defesa do rio São Francisco

No saofranciscovivo

“Viemos aqui para nos reanimarmos para levar adiante essa luta”, diz Dom Cappio ao voltar à nascente do São Francisco


Em 04 de outubro de 1992, na nascente do Rio São Francisco, na Serra da Canastra, situada no município de São Roque de Minas (MG), uma celebração marcou a saída de 04 pessoas que deram início a uma peregrinação por todo o curso do Rio São Francisco. De lá partiram Frei Luiz Flávio Cappio, franciscano da região da Barra (BA), Irmã Conceição Menezes, religiosa franciscana, Orlando Araújo, lavrador e garimpeiro e Adriano Martins, sociólogo e ambientalista. Hoje, 20 anos depois, representantes dos povos ribeirinhos do São Francisco, organizações populares, ONG's, juntamente com Dom Cappio e Adriano Martins, no dia 12 de outubro estiveram na nascente do rio para celebrar a caminhada e renovar as forças para continuar a luta em defesa do rio. “Vivenciando esse momento de juntar forças, experiências, aumentar as esperanças, estamos propondo vários momentos ao longo do ano (entre outubro de 2012 e outubro de 2013) para reanimar as lutas em torno do São Francisco”, menciona Cícero Félix, um dos animadores da Articulação Popular São Francisco Vivo e integrante do Irpaa, também participantes da celebração.
Naquele momento, em 1992, a peregrinação se iniciava com três objetivos centrais, como cita Dom Cappio: travar um diálogo com a população ribeirinha, mostrando as riquezas do rio; observar as causas que estavam levando à degradação do rio; e convidar o povo para participar da luta em defesa do rio, considerando que as grandes mudanças vem a partir da base. “Nossa peregrinação foi muito simples, despojada. Nós usávamos uma linguagem muito simples, a linguagem religiosa que o povo entende, a gente foi diretamente ao povo conversando sobre as questões do dia a dia”, lembra o atual Bispo da Diocese de Barra (BA). O encerramento da peregrinação se deu um ano depois, exatamente no dia 04 de outubro de 1993, quando os peregrinos chegaram à Foz do Rio São Francisco, no estado de Alagoas. Nas regiões por onde passaram, celebraram missas, fizeram reuniões com a população, atividades com as crianças, conversas, prestigiaram apresentações culturais para recepcionar o grupo. Todas as experiências foram registradas no Diário da Irmã Conceição e hoje encontram-se digitadas em mais de 350 páginas. A educadora Josedalva Farias, do município de Malhada (BA), lembra com emoção a passagem do Frei Luiz e os demais peregrinos em sua cidade: “Eu estava no terceiro ano e ficamos encarregados de organizar uma dramatização. Foi a partir desse momento que nós fomos refletir a verdadeira situação do Rio São Francisco e o que nós estávamos fazendo para contribuir com sua revitalização”.

A nova peregrinação

A proposta dos “novos peregrinos” que se reuniram em Minas Gerais entre os dias 10 e 12 de outubro de 2012 é realizar diversas ações até outubro de 2013, onde novamente se encontrarão na Foz do Rio, em Maceió (AL). A intenção é mobilizar cada vez mais pessoas, organizações, movimentos sociais e religiosos para contribuir com a defesa de uma verdadeira revitalização do Velho Chico, dar visibilidade aos problemas que hoje se multiplicam ao longo da Bacia (contaminação das águas, transposição, degradação dos afluentes, morte de animais, queimadas, assoreamento, mineração, agro e hidronegócio, barragens, ameças de construção de Usinas Nucleares, devastação da caatinga, impactos para os povos tradicionais, dentre tantas outras problemáticas) e assim fortalecer a luta popular em defesa do Rio da integração nacional.

A peregrinação e a Convivência com o Semiárido

A passagem dos peregrinos pelo Semiárido mostrava que o modelo de desenvolvimento que estava sendo implantado na região trazia a morte do rio e de seu povo. Em conversa com o Irpaa, que naquela época acabava de ser fundado, ficou bastante claro que a proposta de Convivência com o Semiárido que o Irpaa vinha defendendo, ia de encontro com o modelo de depredação identificado pelos peregrinos, por isso era um trabalho que precisava ser intensificado, massificado.
Para Cícero Félix, “20 anos depois, a proposta de Convivência com o Semiárido está se consolidando em toda região do São Francisco e para todo o Semiárido brasileiro e essa celebração renova as forças de todas as organizações que defendem o rio, sua revitalização e a proposta da Convivência com o Semiárido”.
Fotos: João Zinclar
Saber Mais: irpaa


Um Mundo Possível

What a Wonderful World | Playing For Change from Playing For Change on Vimeo.

Anamara - Uma Menina Baiana

Ana Mara (Foto: Reprodução/Instagram)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Thiago Pethit

Confirmado Festival Edésio Santos para dezembro

Por Luiz Hélio/Seiasc
A Prefeitura de Juazeiro, através da gerência de cultura da Seiasc, confirma a realização do 15º Festival Edésio Santos da Canção (FESC) para os dias 27, 28 e 29 de dezembro, no Centro de Cultura João Gilberto. Nesta edição o FESC homenageará os grandes festivais da MPB e importantes nomes da música juazeirense ainda na ativa, como Jaime Caldas, Neto e Mundinho, Pedro Biloto, Judith Palma e Edgar dos Caçadores. Wellington Monteclaro, gerente de cultura da Seiasc, disse que o formato do evento sofreu algumas alterações, mas a qualidade não será afetada. “Apesar do momento financeiro difícil pelo qual o município está atravessando, faremos o festival com muita criatividade e valorizando ainda mais os artistas locais. O publico será agraciado com boas surpresas”, informou. Entre algumas das novidades está a quantidade de classificadas para as eliminatórias, passando de 20 para 24 canções, das quais 1/3 serão reservadas para os músicos da cidade. A premiação também aumentou de R$ 27 mil reais da edição anterior para R$ 33 mil reais deste ano, sendo R$ 5 mil reais para a melhor música local e R$ 1 mil reais para o prêmio do júri popular.A banda base que acompanhará os concorrentes e fará shows antes e após as eliminatórias será a tradicional “Mirage”, que apresentará um repertório especial para o Edésio Santos. Já na noite de encerramento o público terá a oportunidade de apreciar o trabalho da cantora juazeirense de carreira consolidada em Salvador, Josy Lélis, trazendo interpretações de sucessos vencedores dos festivais brasileiros de música nas décadas de 1960, de 1970 e de 1980.  A triagem para classificar as 24 canções aconteceu nos dias 17 e 18 e o resultado sairá no próximo dia 26.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

domingo, 11 de novembro de 2012

Jovem autor lança livro sobre a Foz do Rio São Francisco no Palácio do Governo

Alagoano fará uma noite de autógrafos no salão nobre do Museu do Palácio

Estudante do curso de Direito e amante da literatura, o jovem escritor Dartanhan Holanda, lança  na próximo dia 22 de novembro, seu primeiro livro: “A Foz – A magia aqui se faz presente”. O evento terá uma noite de autógrafos no salão nobre do Museu Palácio Floriano Peixoto, a partir das 19 horas. O livro conta a história de um romancevivido por dois jovens no cenário São Franciscano em Alagoas.

O autor narra um passeio de barco pela foz do rio São Francisco, revelando a magia do encontro do Velho Chico com o Oceano Atlântico e um imperdível passeio às maravilhosas cidades ribeirinhas, um verdadeiro museu a céu aberto, que expõe história e religiosidade em suas margens e barrancos. Dartanhan conta que sempre foi apaixonado e compulsivo por livros, e fez dele o companheiro de todas as horas.

“Considero verdadeira a assertiva de quem lê muito, escreve bem”, afirma o jovem autor, que já anuncia para o final de novembro o lançamento de mais um livro com o título “Igreja Nova”, que retrata a história da cidade. “É uma tentativa de contar trechos da história da cidade no entrelaçamento da fixação com a realidade”, afirma o autor. A pretensão de Dartanhan Holanda é fazer o lançamento deste livro em Maceió e Igreja Nova.

A apresentação do livro “A Foz – A magia aqui se faz presente” será feita pelo advogado, escritor, professor e membro da Academia Alagoana de Letras, Diogenes Tenório de Albuquerque Júnior.

Caixa Dois


Luiz Fernando (Fúlvio Stefanini) é um banqueiro rico, que em uma transação de precatórios consegue um ganho extra de R$ 50 milhões. Como o doleiro que geralmente desconta o cheque e envia os dólares para sua conta em Zurique está em coma, Luiz decide usar sua secretária (Giovana Antonelli) como "laranja". Porém ele se vê em apuros quando Romeiro (Cássio Gabus Mendes), seu funcionário e que levaria inicialmente R$ 2 milhões da transação, coloca um dígito errado ao fazer o depósito. Isto faz com que o dinheiro caia na conta de uma mulher trabalhora e honesta (Zezé Polessa), cujo marido (Daniel Dantas) foi recentemente demitido pelo banco de Luiz Fernando. Ao saber do caso ela se recusa a fazer o estorno, gerando complicações para todos.

Corrida de Argolinhas - Itaberaba

 
Corrida de Argolinhas do Bairro de Itaberaba - Juazeiro Bahia, fazendo apresentação no Centro Cultural João Gilberto.

sábado, 10 de novembro de 2012

Banda de Pífanos - Uauá

A Banda de Pífanos fazendo apresentação no Festival de Arte e Cultura no Centro Cultural João Gilberto.
As Bandas de Pífanos no Contexto Cultural de Uauá BA
A importância de manter viva essa manifestação cultural, nas gerações atuais e futuras
Abordagem Histórica
Como surgiram as bandas de pífanos no contexto cultural uauaense? 
Segundo dados encontrados pela pesquisa local e registros. A bandinha de pífano é uma da mais genuína atividade musicais vigentes no complexo cultural do Nordeste Brasileiro. Somente existe nesta região do 
País. O restante do País não a ignora, pois a famosa Banda de Pífanos de (Caruaru Pernambuco), encarregou-se de divulgar sua melodia por todos os brasis.
 Segundo dado oral em Uauá surgiu à primeira banda de pífano no Distrito de Serra de Canabrava.   Segundo relatos de Jerônimo Ribeiro (1999, p.32). Que em mais ou menos 1926 criou-se na sede, a primeira banda de calumbi, dirigida por Vicente Barbosa da Silva, um grande amigo ,filho querido de Uauá ,responsável pela animação nas alvoradas ,passeata e entregas de ramos nas festas de São João  .
Vicente Barbosa foi sucedido por Dionísio, mais conhecido como Dionisão, que junto a mais três companheiros, entre esses o batedor de caixa vulgarmente conhecido como Tentém, completavam a banda. 
O sucessor de Dionisão, Anízio Francisco de Oliveira, manteve a bandinha até há bem pouco tempo, sendo   citado e elogiado pelo escritor Nelson de Araújo. A sua atuação à frente de calumbi foi a mais longa e eficiente.
Morreu seu Anízio e, com ele a banda da calumbi da sede de Uauá. As que hoje as que animam  o nosso São João vêm do interior ,tendo aprendido com seu Anízio, a arte linda e folclórica, símbolo da nossa cultura . No povoado de São Paulo município de Uauá  há uma banda de pífano mirim, que dará continuidade  a essa manifestação cultural.
Referências:
RIBEIRO, Jerônimo Rodrigues. Uauá, História e Memória. Salvador-Ba: Edições Ianamá, 1999by
 FONTES, Oleone  Coelho. Uauá, Terra dos Vagalumes.Salvador:Formu2001,1996

Banda de Pífanos do Bendegó, Bahia - Projeto do Itaú Cultural

Isadora Faber, do "Diário de Classe", tem casa apedrejada e sofre ameaças

A estudante Isadora Faber, de 13 anos, que criou a
comunidade Diário de Classe no Facebook para relatar
problemas da escola em que estuda em Florianópolis

Isadora Faber, criadora da página do Facebook "Diário de Classe" , ganhou notoriedade ao divulgar, na rede social, as más condições da escola pública onde estuda, em Florianópolis. A grande exposição que a garota de 13 anos passou a ter – atualmente a página conta com mais de 373 mil “curtições” – fez com que ganhasse admiradores e inimigos.
Ao denunciar, nas últimas semanas, por meio do “Diário de Classe”, a falta de conservação da quadra da escola e o fato do pintor contratado para fazer o serviço ter recebido o dinheiro adiantado pelo trabalho sem que tivesse cumprido a obra, a menina passou a viver um inferno particular.
Primeiro, conforme relatou no Diário de Classe, começou a receber ameaças da filha do pintor, Francisco da Costa Silva, de 47 anos. Depois, nesta segunda-feira, 5, teve a casa apedrejada, e sua avó, de 65 anos, que sofre de doença degenerativa, foi atingida, segundo Isadora.
Nesta terça, 6, quando estava junto com o pai no carro em frente ao colégio, o pintor e sua filha, a ameaçaram. Os incidentes levaram a família da adolescente a registrar, neste mesmo dia, dois boletins de ocorrência - um relativo às ameaças sofridas e outro por conta das pedradas –, e procurar o Ministério Público.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Cultura Popular de Juazeiro - Os Congos

Os Congos fazendo sua apresentação no Festival de Arte e Cultura no Território do São Francisco.
Congos- Juazeiro-BA: por "Equipe Cultura Lá & Cá".

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Parada da Diversidade


Festival Umbuzada Sonora

Dia 10 e 11 de Nov 18h - Centro Cultural João Gilberto

Fusca & Carros Antigos


Celebração das Artes do Território - Shows

Existem muitos sinônimos para a palavra perseverança, um deles pode se chamar “Apocalypse-Reggae”. Formada em 1997, na periferia da cidade de petrolina-pe, a banda faz um encontro do reggae roots com a utopia que alardeia a vida de pobres e poetas. As canções do apocalypse têm atraído um püblico diversificado, porém sensível à grandes causas que desafiam o ser humano.
No primeiro trabalho, gravado em 2000, a banda apresenta sua inclinação para a crítica social e para a valorização de elementos da cultura regional, o que fica evidente nas músicas “do lado do morro” e “sutaque nordestino”, resistindo ao provincianismo, sem perder a ternura. 
Em 2003, surge o segundo cd: “o mar”, onde a afetividade é expressa em suas letras e melodias. Após participar de diversos eventos na região, a exemplo do festival rpv (rock para você), semana da consciência negra, festival do raiz e remix, festival da primavera (petrolina-pe) e do carnaval da paraíba (palco alternativo), surge o convite para um intercâmbio com um dos mais importantes núcleos do reggae no nordeste: a praia de canoa quebrada (fortaleza-ce); tio zé bá, vocalista e compositor do apocalypse reggae, transforma canoa num laboratório e campo de inspiração para os próximos trabalhos, revelando a maturidade e sensibilidade musical da banda.
A presença do apocalypse nos movimentos em prol da cultura afro-descente desperta em tio zé bá, maior sensibilidade para os tambores da musica negra. Foi o tempero ideal para esse novo trabalho da banda, “além do mar”, que sai da periferia cantando a paz, o amor e o sonho que herdamos da áfrica. O novo cd, apresenta doze músicas gravadas, a maioria, no estúdio da banda, “arc-resist”. As canções tratam de temas sociais, como o preconceito e o autoritarismo, o que fica evidente na música “25006-pe (eu não sei)"; problemas ambientais, retrados na canção “aquecimento global”; a condição do negro na sociedade, presente na música “tão negro” e temas românticos, como as canções “com você” e “vem, vem pra eu te ver”. As quatro últimas músicas desse novo trabalho foram gravadas em acústico, sinalizando o talento da banda para shows nos mais diversos ambientes. 
Gilmar santos (historiador) 
A Andranjos é uma banda de Rock Alternativo oriunda das cidades vizinhas Juazeiro-BA e Petrolina-PE. A banda surgiu no início de 2004 quando três amigos que tinha em comum o amor pela música resolveram se juntar e formar um grupo musical para tocar as musicas que gostavam. Com o passar dos ensaios e os shows, o projeto foi ficando mais sério. A cada show que faziam, a banda conquistava cada vez mais admiradores e fãs. Fãs esses que contribuíram para que a banda pudesse lançar o primeiro CD da banda em 2007, intitulado “Quando meu coração parar”. Após o lançamento do CD as canções da banda logo ficaram conhecidas e seus refrões eram cantados a cada show realizado.
“Procuro a paz e só consigo ver caos”
 foi uma delas, além da música tocante “Á dois minutos”, música que emocionou todos na gravação do disco, inclusive o amigo e produtor do primeiro disco da banda Albérico Jr. Já se fazem 7 anos que a Andranjos está na ativa, conquistando mais espaço na cena independente do nordeste e tocando em eventos cada vez maiores como a 16º (2010) e a 18º (2012) edição do Palco do Rock em Salvador – BA, onde a Andranjos foi selecionada entre quase 200 bandas de todo o Brasil para compor a grade dos 04 dias do festival que é referência em toda a Bahia e em todo Brasil por ser um dos principais eventos de ROCK independente.

Com shows também nas cidades de Exu-PE e Serra Talhada-PE pelo (Festival Pernambuco Nação Cultural), Floresta-PE (Grito Rock 2011), Feira de Santana-BA (Rock Clandestino). No ano de 2010 a banda foi selecionada para tocar no Umbuzada Sonora (FESTIVAL CONEXÃO VIVO) e no Raiz & Remix Festival na cidade de Petrolina-PE. Vale destacar também as diversas apresentações em TV e Rádios da região São Franciscana. Na coletânea nacional de bandas independentes lançada no ano de 2010 a andranjos também está presente junto com outras 19 bandas de todo Brasil. A música "Caos" foi a escolhida dos produtores da coletânea que já circula por todo Brasil. Através de suas canções a banda procura passar ao ouvinte a mensagem de que não devemos nos conformar com a atual situação em que se encontra o mundo em que vivemos. Que precisamos lutar, enfrentar os obstáculos encontrado no dia a dia. As composições buscam também fazer com que as pessoas não se calem diante da impunidade e também com que elas consigam a força necessária para enfrentar os seus próprios desafios e os seus próprios medos. Acreditando em um mundo melhor para todos.

domingo, 4 de novembro de 2012

O Mago da Cultura de Juazeiro

O Gerente do Centro de Cultura João Gilberto, João Leopoldo faz uma administração maravilhosa, levando ao Centro de Cultura  jovens talentosos e mostrando a cidade que ela precisa frequentar, aprender, conhecer e viver a cultura da terra. Leopoldo fez mais um Gol! Parabéns a ele e sua equipe.

Roda de Conversa: “A Cultura no Território do São Francisco”

Em 1 de Novembro aconteceu no Centro de Cultura João Gilberto a Roda de Conversa que teve a participação da Profª Maria Isabel Pontes,  Profº Parlim, Profº Moises Almeida, , Flavio Henrique (cineastaroteirista do filme “Nego D’agua”), Pompilio Dourado (historiador), Fred Pontes (músico), Helder Ferrare, estudantes e comunidade. Mediador – Lariane Rocha

Sarau das Culturas Populares - Território do São Francisco

Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro, realiza Festival de Arte e Cultura e tem como objetivo promover integração cultural dos municípios que integram Território de Identidade do Sertão do São Francisco que é composto por 10 municípios: Uauá, Campo Alegre de Lourdes, Canudos, Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Pilão Arcado, Remanso, Sento Sé e Sobradinho.
03 de novembro teve apresentações de Repentistas, Aboiadores, Congos, Roda de São Gonçalo e Corrida de Argolinhas (Juazeiro); Banda de Pífanos (Uauá); Coral G-DECC do Ponto de Cultura Transformart e Orquestra de Câmara de Curaça (Curaçá); Quadrilha Junina (Casa Nova); Feira das Culturas Populares,
Shows – Silas do Acordeon e Neto e Mundinho

Das 10 cidades apenas uma delas possui secretaria exclusiva de cultura, que é Pilão Arcado, as outras estão subordinadas ou conjuntas a outras secretarias, como educação, exporte, lazer e turismo e outras. O território apresenta fortemente a cultura das manifestações populares, os Penitentes, o Carnaval fora de época, as Lendas, os Festejos: Natalinos e Juninos (forró e quadrilhas, comidas típicas), os Congos, os Ternos de Reis e de Boi, as Vaquejadas, a Corrida de Argolinha, o Candomblé, o Toré, a Marujada, e outros; além dos museus, vinícolas, a caatinga, o rio e as ilhas fazem parte do desenvolvimento cultural do Sertão do São Francisco.

El milagro de Candeal

Índios do Médio São Francisco

Aconteceu na Escola de Formação dos Educadores de Juazeiro no dia 25 e 26 de outubro uma oficina de integração com o objetivo de elaborar o Plano para os Povos Indígenas - PPI, visando integrar os Pólos Base indígenas da região do SUS associando ao Subprojeto QualiSUS - Rede que propõe ações para o fortalecimento das Redes de atenção da Região. Participaram representantes da Secretaria Executiva/MS - Projeto QualiSUS - Rede, Apoiadores institucionais da Secretaria de Atenção à Saúde/MS, Representantes da Secretaria Especial de Saúde indígena/MS (representante do DASI, coordenadores dos DSEI - PE e BA, responsáveis técnicos dos Pólos Base da Região e representantes dos Conselhos Locais de Saúde Indígenas e outros.

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