domingo, 24 de julho de 2011

Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás - Raul Seixas

A Gota D'água nos Ensina

 Com a participação da Escola Municipal Piloto Mandacaru aconteceu mais uma Aula Viva sobre as questões ambientais do Rio São Francisco e Região. O Projeto Navegando no Velho Chico foi idealizado pela Promotoria Pública, IRPAA, CPT e SEDUC.  
A professora Maria  faz uma linha do tempo, começa a 100.000 anos atrás com a confirmação da presença humana e diz que os animais, vegetação, clima não são iguais aos de hoje. É no lugar da caatinga existiam florestas. Fala do fim da era glacial que há 8.000 anos mudou o clima no planeta, o tatu era do tamanho de um fusca.
 A Gota de Água nos Ensina é uma livro feito pelo IRPAA   usado como material pedagógico.O tema do livro é o semi árido, nossa região, vegetação, animais, planeta, rios, água e etc.
"Deus perdoa sempre; o homem, nem sempre; a natureza, nunca!"
 Temos que ter consciência da devastação da Mata Ciliar, da contaminação da água do Rio São Francisco, que trazem um prejuízo incalculável  para a natureza e para a vida.
 Cartaz sobre a região e alunos da Escola Municipal Piloto Mandacaru, fazendo uma apresentação.
 A Gota D'água nos Ensina  - Livro editado pelo IRPAA.

Joe Cocker

Navegando no Velho Chico 7 - Escola Municipal Piloto Mandacaru

 A Escola Municipal Piloto Mandacaru foi a 7ª Escola a participar do Projeto Navegando no Velho Chico. 
 Alunos da Escola Piloto Mandacaru com um painel feito durante a aula ao ar livre na barca Rio dos Currais.
Participantes do Projeto Navegando no Velho Chico 7: IRPAA, CPT e SEDUC, grupo AXÉ & Fé, Teatro Popular de Sobradinho e o sonoplasta Uberlam. O Projeto busca despertar no Jovens a importância das questões ambientais, incentivando à preservação, conservação, recuperação e manutenção do meio ambiente. 
 Professoras da Escola Municipal Piloto Mandacaru, CPT e IRPAA.
 O Rio ficou mais seco, no Projeto Navegando no Velho Chico 6, não existia o banco de areia que vocês estão vendo na fotografia.
 O Projeto é uma parcerias da Promotoria de Justiça, IRPAA, CPT e Secretária de Educação de Juazeiro.
 Os jovens conhecem o Rio, sua história, seus problemas, as comunidades ribeirinhas - quilombolas, indígenas, pescadores e participam de oficina de arte e teatro.
Grupo de Teatro Popular de Sobradinho, participou do evento levando conhecimento e informação sobre os problemas do Rio São Francisco.

Amy Winehouse

Futebol em Festa

 O mundo do futebol em Juazeiro está em festa, Estádio Adauto Moraes sendo reformado, 2 times na elite do Campeonato Baiano, gramado novo, Bahia e Vitoria vem jogar na cidade, o Campeonato amador em alta e novas oportunidades para os atletas da região.
A reforma do Estádio teve a participações dos Deputados Roberto Carlos, José Carlos Araújo e da Prefeitura de Juazeiro. 

Bolero de Ravel

Porto das Barquinhas ganha melhorias

 Rio São Francisco - Porto das barquinhas que fazem a travessia Juazeiro, Petrolina.
 O porto recebeu corrimão.
 É grande a movimentação no porto, as pessoas acham mais rápido. 
Esculturas do artista Lêdo Ivo, São Francisco, Injustiça e João Gilberto. As escultura já existiam no local. 

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A história de Lili Braun

Empine Pipa com Segurança

- Não temperar a linha (Pó de vidro misturado a cola)
- Não empinar pipa perto de fios de alta tensão.
- Não subir em telhados para empinar pipa.
- Olhe onde pisa.
Empine pipa em lugares adequados, parque, campo de futebol, longe de fios de alta tensão.

Oficina, Revoada de Pipas & Virada Cultural

 A Escola Municipal Nossa Senhora das Grotas, foi a primeira escola a participar da oficina de Pipas.
 A Turma da Professora Gerlane, Escola Joca de Souza Oliveira, também esteve presente. O evento aconteceu pela manhã na orla de Juazeiro, com a participação de várias escolas do município e do público em geral. As oficina foi a primeira da Virada Cultural.
 A professora Luzanilde Aguiar, Coordenadora da Gerência de Formação e Valorização dos Professores (SEDUC), foi a coordenadora do evento.
Bia, prestigiou o evento e fez uma pipa muito bonita.
 Aqui no Nordeste tudo tem seu tempo, o tempo do cajú, da castanha, das arraias, do pião, da gude e de São João. Os melhores meses para empinar arraia, papagaio e pipa são: junho, julho e agosto.
Como Chamar o Vento: A fórmula mais usada é o assobio Clássico.
- Fiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!
Na Bahia: "São Lourenço, cadê o vento? Está na porta de São Bento"
No Rio: "Vem Vento caxinguelê Cachorro do mato quer me morder".

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Nara Leão - Show Opinião

Pintura dos Alunos do Colégio Paulo VI

O painel dos alunos do Colégio Paulo VI, em homenagem aos 133 anos de Juazeiro, fica na entrada do Colégio, a pintura faz parte do projeto Mais Educação.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Nara Leão a Musa da Bossa Nova

A Melhor Fanfarra da Bahia

 A Fanfarra do Colégio Municipal Paulo VI é vencedora de vários concursos de Bandas e Fanfarras na Bahia.
 Charles uma estrela que brilha e o coordenador da Fanfarra Alfredo Gonçalves.
A Fanfarra do Colégio Municipal Paulo VI, participou da inauguração da "Escola de Formação Continuada dos Educadores da Rede Municipal", o grupo de jovens colecionam vitorias pela Bahia, foi convidada e participou do desfile Cívico do 2 de Julho, em comemoração aos 187 anos da Independência da Bahia.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Nara Leão

APLB realiza assembléia no Colégio Paulo VI

 Foi realizada uma assembléia com os trabalhadores em educação, no auditório do Colégio Paulo VI. 
Na pauta a implantação do Instituto de Previdência de Juazeiro, implantação da junta médica, composição do conselho deliberativo e fiscal. A Assembléia contou com a participação de centenas de professores.

Pulando do Carretel da Ponte

domingo, 17 de julho de 2011

Juazeiro - Uma árvore Nordestina

Um pé de Juazeiro pintado pelos alunos do Colégio Paulo VI.
 Um Juazeiro na Praça Imaculada Conceição no centro da cidade.
Marco Zero - Juazeiro Velho
 "Era a época das bandeiras...
Em determinado ponto da margem do rio, existia uma árvore frondosa, que oferece maior espaço de sombra. Era o Juazeiro. Todos os boiadeiros, transformaram-no em ponto de descanso e por isto, o lugar foi chamado de "Passagem do Juazeiro". Aquela árvore já não existe mais. O lugar, atualmente é chamado de "  "Juazeiro Velho". Algumas pessoas foram fazendo suas moradas ali, o aglomerado humano foi aumentado e as pessoas espalharam-se na direção do poente, sempre à margem do rio. Nesta região. sempre houve grande quantidade de juazeiro e, por isso o lugar conservou esse nome. Juazeiro é uma árvore originária do Nordeste. No inverno, suas folhas ficam escuras e, no verão, ficam mais claras."
Professor Jomar no Projeto "Conhecendo Juazeiro" no Marco Zero, falando sobre a história da cidade. 
" Os seus frutos servem para a alimentação dos animais. É uma árvore indicadora de água no subsolo, porque suas raízes são profunda e desta camada da terra retiram a água para sua sobrevivência. Onde há juazeiros há uma confirmação de água no subsolo. O homem não só aproveita da sombra do juazeiro como também usa os frutos para comer e fazer doce. O entrecasco serve para remédio para "soltar o catarro no peito" 
RECEITA 
"O remédio é feito da seguinte forma: Raspa-se o entrecasco e a raspa fina é colocada em infusão; depois de algumas horas, esta infusão é bem mexida; forma uma espuma e a pessoa vai tirando "0 mãos de espuma" e jogando fora. O que sobra na vasilha é bebido para a cura da doença."
"As folhas do Juazeiro já foram muito usadas para "ariar" os dentes: Pegam-se umas três folhas, faz-se uma espécie de canudos que é dobrados ao meio; tira-se a ponta e vai-se passando sobre os dentes, formando uma espuma, à que se junta, também, um pouco de cinza de lenha, para os dentes ficaram mais claros."
Texto: Livro Juazeiro Bahia - Maria Franca Pires 
Desenhos de Parlim

Elba canta Juazeiro

Prefeito Inaugura Escola de Formação dos Educadores de Juazeiro

No dia do aniversário da cidade, Juazeiro ganhou um Centro de Formação, que fica na antiga escola Agostinho Muniz , no bairro da Coreia.Um avanço para a Educação de Juazeiro.
 A inauguração teve a participação do Prefeito Isaac Carvalho, do Secretário de Educação Plínio Amorim, autoridades, professores e da comunidade.
O Prefeito Issac Carvalho e o Secretário de Educação Plínio Amorim, uma amizade que deu certo.
Em busca de uma educação de qualidade, uma Centro de Formação, que vai ter acesso a internet em todo ambiente, o Núcleo Tecnológico Municipal e a Universidade Aberta do Brasil, todos no mesmo local. O professor terá direito a uma bolsa, uma ajuda de custo, a cada formação. 
O professor  Clériston Andrade, Gerente de Valorização do Professor e Formação Continuada, a professora Rósemar Duarte, Diretora da Escola de Formação, sempre acreditaram na realização de um centro avançado na formação e valorização dos professores.

Ó Paí, Ó - Uma Comédia Para Emocionar

Uma Comédia Para Emocionar
Texto: Márcio Meireles - Direção Devilles - Com: Grande Elenco
Dias 15,16,17 de Julho às 20h
Centro Cultural João Gilberto - Juazeiro Bahia

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Hino do Município de Juazeiro Bahia


Hino do município de Juazeiro Bahia, composto pela Letra da Profª Layse de Luna Brito, filha de Juazeiro Bahia e a Melodia por José Pereira Bispo Também filho de Juazeiro .

Hino do Município de Juazeiro
Letra por Layse de Luna Brito
Melodia por José Pereira Bispo

Juazeiro, terra amada
Lutarei por teu progresso
Hei de ver-te coroada
Com os Iauréis de teu sucesso

Tens beleza e alegria
Do teu povo hospitaleiro
Que deseja ver-te sempre
Triunfante e altaneiro

Que conheçam outras terras
O valor da tua gente,
Tradição que tu encerras
De um tempo agora ausente

Juazeiro és esperança
Pois nos lembra o teu nome
A cor verde da bonança
Nossa fé não se consome

Tua glória já não é fugaz
Faz teu povo prazenteiro
Dar as mãos e construir a paz
De teus sonhos, Juazeiro.

Costumes e Tradições Juazeirense.

 A lordeza de Juazeiro cantada na carreira do Rio pelos barqueiros, vinha pelos trilhos do trem de ferro, barcas e desbravadores mascates. O modismo soteropolitano estimulava o aparecimento de luxuosas casas comerciais como: O Ideal Palácio e seus tecidos importados, o Bazar Royal com os cosméticos e louças. Destacava-se naquela época na sociedade Juazeirense, a elegância feminina da modista Raquel Barreto. A Revista “O Malho”  do Rio de Janeiro, surgeria que para ser “Chic”, usavam-se luvas de pelica nos passeios à tarde no comercio e encontros. Luvas de cetim nos bailes animados pelas orquestras e nos casamentos celebrados nas residência faustosamente decorados.
  Era de “Bom tom” o uso de bolsinhas de “filigrana” em prata, adornando os longos vestidos de “tafetá”, que decentemente enfeitavam as festas das debutantes, reveillon e recepções para autoridades A lordeza das residências se conhecia pelo esvoaçar janelas à fora, das cortinas de pano fino e bordado de renda de algodão. O mobiliário em cedro, peroba e jacarandá, eram copiados pelos marceneiros da terra, dos álbuns figurativos de móveis que vinham da capital baiana. As famílias moradoras nas casas de “Platibandas” promoviam fartos almoços com leitoas assadas, peru, galinhas recheadas, nos encontros e saraus regados a licores e vinhos, oriundos de edegas particulares aos presidentes da republica e ou autoridades visitantes. O Teatro Santana ( Praça Aprígio Duarte ) foi um espaço teatrais e o cinema mudo com legenda em inglês, que era musicado pelos acordes maravilhoso do casal, Dália  e do pianista Sebastião Valenças. Passeio a bordo foi moda. 


Acontecimento social de alto destaque,  principalmente quando a viação baiana do São Francisco homenageava as nobre professoras pela colocação de grau, oferecendo um vapor da sua frota em passeios festivos das formandas e convidados, ao som de banda musical. A luz a óleo que iluminava alguns pontos da cidade, dias tremulava até as 20:00h e daí por diante, era a vez das enluaradas serenatas nas janelas das moca de família. O coral melodioso de Edilberto Trigueiros, fazia parcela com a musicalidade dos “ternos” iniciados em 6 de janeiro (Santos Reis) até próximo a festa momesca. Nos anos 1940, a NAB (Navegação Aérea Brasileira) comercializava em Juazeiro: perfumes, Whiskys, roupa e a moda dos grandes centros. O comércio de exportação era o pilar central da lordeza  juazeirense. Pelo vapores, comboios férreos eram transportados: mamona, caroá, cera de carnaúba, couro e peles. Na época da guerra de 1945, Juazeiro recebia do Piaui, um Estado extrativista da borracha, o látex empacotado da manguaba, maniçoba, destinado À Europa para confecção de pneus utilizados na 2º guerra mundial.

Relatos de Bebela, Dinoráh Melo e Profº Lourdes Duarte
Pesquisa; Rosy Costa

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Joe Cocker

Juazeiro da Lordeza

Rosy Costa - Diretora do Museu Regional do São Francisco
 Acontece no Museu Regional do São Francisco as exposições  "Costumes e Tradições Juazeirenses" e "Tempo, Espaço & Imaginário".


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