quarta-feira, 30 de maio de 2012

Crianças & Consumismo

Festa do Divino Espírito Santo

Aconteceu domingo, 27, uma das mais tradicional festa do calendário religioso da igreja católica, Pentecoste ou Festa do Divino Espírito Santo. 
A procissão saiu da Morada do Rio, seguindo pela avenida Flaviano Guimarães, rua 15 de Novembro até a catedral ; onde aconteceu a missa solene. 
A Catedral no momento da celebração 
O percurso foi todo decorado com cores da festa, vermelho e branco.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Atchim & Espirro - A volta

Sábado na Lagoa de Calú

Sábado a noite o Parque Lagoa de Calú se transforma em um caldeirão cultural, jovens dançando e dando Show de Hip hop, MPB de qualidade, com o músico de maior musicalidade da cidade o cantor Chibiu, música evangélica, parque infantil, futebol, passeio de bicicletas, restaurante, barzinhos, grupos de corrida. Tudo ao ar livre; do jeito que o Juazeirense gosta. Um local apropriado para a família frequentar. 

domingo, 27 de maio de 2012

Desig para os outros 90%

DR. Adolfo Viana

Dr. Adolfo  Vianna
Ligeiros Traços biográficos, por Walter Dourado
A 1º de Maio de 1876 nascia em Juazeiro um dos filhos do casal Dr. Adolfo José Viana e D. Marcolina Viana, que tomou o nome de Adolfo. Dotado de invulgar inteligência, estudou primeiro letras aqui na cidade, concluindo com relativa facilidade os cursos primários e secundários, por meio de preparatório do ginásio. Feito o exame vestibular, ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia, Estávamos no ano 1892. Em 1898, após realizar brilhante curso, adquiriu a láurea de Doutor em Medicina e Farmacêutico Químico, pois já era também, dentista. Defendeu tese perante examinadores da referida Faculdade, obtendo aprovação distinta. Dissertou sobre Higiene dos Hospitais e apresentou proposições sobre cada uma das cadeiras do curso.
A luta desencadeada no Sertão de Canudos obriga o governo a construir sem demora a Estrada de Ferro da Bahia ao São Francisco. Em 1895 os trilhos achavam-se em Carnaíba. Em 1896 chegava à nossa cidade. Governava o Estado o conselheiro Luiz Viana, tio do DR. Adolfo. Alguém apresentou à Assembleia Legislativa uma lei que mandava alterar o traçado da ferrovia, desviando o percurso na parte final, para Bebedouro, em Sento Sé, alegando-se evitar que o tráfego de vapores se fizesse pela cachoeira do Sobradinho. 
Tomando conhecimento deste dispositivo o Dr. Adolfo encabeçou um movimento de protesto com assinaturas de muitas pessoas residentes em Juazeiro e telegrafou ao governador solicitando providências no sentido de não permitir o desvio. Luiz Viana aceitou as razões dos reclamantes e não aprovou a proposição. Este foi o primeiro grande serviço que prestou à sua terra o Dr. Adolfo Viana. 
A rebelião de Canudos ensejou a mobilização de tropas policiais da Bahia e de outros estados, e também, de forças regulares do exército, em contingentes que se sucediam na luta , enfrentando as maiores dificuldades. Um corpo de saúde formou-se na Bahia a fim de prestar serviços no campo da luta. O Dr. Adolfo Viana, ainda estudante, ingressou nesta falange como auxiliar, tendo trabalhado junto aos médicos e enfermeiros, em linha de frente. Dada sua dedicação aos feridos, atendendo-os até nas trincheiras, recebeu, em ordem do dia do General Artur Oscar. Foi portanto um dos heróis da campanha.
O Dr. Adolfo Viana casou-se em primeiras núpcias com D. Maria da Gloria Viana, conhecida na intimidade pela alcunha de Sinhã Pequena. Do casal nasceram os seguintes filhos: Adalgisa (dadá), que reside aqui em Juazeiro; Helena, Adolfo e Aloísio, já falecidos..
Clinicava em Juazeiro e em Petrolina, sempre demostrando capacidade e abnegação à causa de curar quando um acontecimento veio tirar-lhe o gosto pela carreira que abraçara. Morreram de sarampo dois dos seus filhos: Helena e Aloísio. tal fato trouxe profundo desgosto ao esculápio, que tornou-se a ponto de oferecer a portentosa biblioteca que possuía, composta de preciosos livros que herdara do seu pai, ao Clube Comercial de Juazeiro. Desde então deliberou não cobrar de ninguém receitas ou consultas e tratamentos, embora continuasse a atender a todos que o procuravam.
Dr. Adolfo Vianna e o sobrinho Juquinha
Estava em condições de assim proceder, porquanto, na ocasião dispunha de recursos substanciais - fazenda e sítios onde criava gado vacum e caprino. Explorava também a lavoura em terras da região do Salitre. As proximidades da nossa cidade achava-se sua fazenda - Periperi. Em certa ocasião associou-se aos seus amigos Emílio Ribeiro e Domingos Alves da Costa, constituindo a firma Ribeiro e Domingos Alves da Costa & Cia., um estabelecimento de vendas por atacados. Mais tarde montou a Farmácia Viana que ficou sob a direção do seu sobrinho Pedro Benevides. Financiou empreendimentos comerciais juntamente a seu filho Adolfo Viana Filho e teve oportunidade de fazer empréstimos à Prefeitura de Juazeiro.
Era o Dr. Adolfo dotado de grandes recursos oratório, embora não fosse muito afeiçoado a tribuna. Quando discursava empolgava as massas. Um discursos foi aquele pronunciado na recepção do Dr. José Cordeiro de Miranda, então Deputado Federal, quando este retornou do Rio de Janeiro como líder da política baiana. Ao assumir o governo do Estado o Dr. Francisco Marques de Góis Calmo, candidatou-se ao cargo de Prefeito e foi eleito, havendo desempenhado o cargo por pouco tempo, passando o poder ao seu substituto legal, o Cel. Leônidas Gonçalves Torres, então presidente da Câmara. A razão do afastamento prendeu-se a questões de escrúpulo, em vista de ser um credor da municipalidade e não querer pagar a si próprio o que lhe era devido. Um dos seus irmãos, o Dr. Anísio Viana, deixou viúva a D. Amália, com quem casou-se em segunda núpcias, nascendo do novo casal um filho que não subsistiu. O Dr. Adolfo era médico da antiga Viação Férrea Federal Leste Brasileira. Faleceu no dia 28 de agosto de 1961.
Fonte: Jornal RIVALE - 01/05/1976

Coco da Batateira

Casa Nova

Origem, Formação, Desenvolvimento e Transformação.
Coronel José Manuel Viana
Walter Dourado
Antigamente era a Fazenda São José, propriedade do Coronel José Manuel Vianna. Criador de gado com muitos currais, sítios e pastagens, residia no interior do povoado, ao longo do Riacho Grande, onde a produção se sal era grande, requerendo pessoas habilitadas nos serviços de extração deste artigo de consumo. As barcas "Carrancas" afluíam ao porto casanovense a fim de adquirir a matéria indispensável à alimentação de pessoas e animais. Os barqueiros vinham de Juazeiro com carregamento de objetos de utilidade para os barranqueiros - fazendas, miudezas, produtos farmacêutico, querosene, fósforos, cigarros, etc. De volta traziam a cachaça, o fumo e outros produtos da zona, em natural intercâmbio.
Tendo aumentado o números de pessoas elojadas na localidades, surgiram os primeiros negociantes negociantes. José Manuel Viana passou a residir à margem esquerda do Riacho Grande, ali construído a Casa Grande e também uma pequena igreja. Estava assim constituída a Freguesia de São José do Riacho da Casa Nova.
Por outro lado, além do comércio existente, realizado através de embarcações, com Juazeiro e Minas Gerais, para onde levavam o sal produzido nas salinas casanovenses, iniciaram-se transações com o Piaui, por meio de tropas de muares que vendiam em Casa Nova - couros, peles e produtos regionais de exportação.
 Os antigos negociantes do lugar iam adquirir em Salvador, viajando também com tropas até Cachoeira, os produtos de seu negócio. Com o advento dos vapores fazendo escalas no porto do Riacho da Casa Nova, bem de frente ao ilhote, deixou de haver tráfego pela Estrada do Piaui, muito intenso na época de produção da borracha de maniçoba. A Freguesia passou à Vila, dado crescente aumento da sua população. Em  certa época abasteceu o mercado consumidor de gado da Capital do nosso Estado, e também o de Recife, vendendo reses em pé para o "abate" nos referidos matadouros.
Era uma terra de farturas, onde se adquirem produtos regionais por preços relativamente baixos em relação às outras terras, constrastando assim o ABC do São Francisco que classificava a povoação com epiteto inadequado - "Casa Nova da Carestia". As Fazendas de gado e de criação de animais outros, eram de propriedade dos antigos povoadores: Viana, Estralas, Castro, Santos, e outros famílias abastadas. Assim, a começar pelas que se situavam nos limites do Estado do Piaui, o "Julião", por exemplo, possuía o município grande quantidade de sítios e fazendas com produção agropecuária necessária ao abastecimento de sua população, sobrando ainda produtos agropecuária necessária ao abastecimento de sua população, sobrando ainda produtos que exportavam. Assim, o "Recreio", a "Vila Isabel", as "Água Belas", a "Boa Esperança", o "Garimpo", o "Mocambo", a "Verada", o "Umbuzeiro" a "Serra de Pedras" e muitas outras, pertencentes a José Manuel Viana e sua descendência; José Mariano Viana, D. Isabelinha. D. Maria Angélica, Astolfo Santos; Leolino Estrelas e José Estrela; Heroino Santos; Lauro Dourado, etc., que crianvam gado solto, em comum, foi passando aos herdeiros dos primitivos donos. Algumas delas se modificaram e outras deixaram de existir, em face das dificuldades oriundas da seca, existindo hoje apenas o "casco" conforme dizem vulgarmente, porque "fecharam a porteira" Quer dizer que o gado se acabou, vitimado pela estiagem prolongada. 
Casa Nova tornou-se cidade. Embora pequena, abriga uma população considerável, espalhada por três faixas de terras - o Riacho ( Porto fluvial situado à margem do São Francisco, junto ao Riacho Grande; o Tsbuleiro, onde existe o prédio da Prefeitura Municipal, o "Forum", a Igrja de São José, a Sociedade Recreativa Casanovense, o Ginásio Antônio Honorato da Castro, as instalações do DERBA e muitos prédios e construções de valor; o Morro, bem longe da margem do rio, com algumas ruas, jardim e cemitério, na parte mais alta, onde se abrigavam os moradores do Riacho e do Tabuleiros, na ocasião da invasão da águas, ou cheias grandes do rio.
Fonte: Jornal RIVALE - Edição Nº 184 - 01/05/1976

sábado, 26 de maio de 2012

Chuva em Juazeiro

Avenida Adolpho Vianna - O São João em Juazeiro parece que vai ser muito frio, o clima toda noite fica mais agradável. 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Intercâmbio Poético com Uili Bergamin


Intercâmbio Poético entre o poeta Uili Bergamin e o projeto "Aquele Poema" Realização: Professora: Gerlane Fernandes Alunos: 4º ano B vespertino e EJA III etapa noturno. Escola Municipal Joca de Souza Oliveira Juazeiro-BA 
Para saber mais, acesse o blog do projeto:aquele-poema.blogspot.com.br

Poesia na Sala de Aula

Uili Bergamin
"O difícil não é a gente ter boas ideias. Nem falar delas. Difícil mesmo é encontrar alguém, especial, que as ouça. No entanto, pior do que não ter a quem contar o que a gente sente, é contar o que a gente sente a quem não sente o que a gente conta. É dolorido. É o diabo." Trecho do livro "Cela de Papel".

Nasci em Bento Gonçalves e ainda criança mudei-me para Cotiporã. Já adulto, estabeleci-me em Caxias do Sul, onde venci inúmeros prêmios literários, nacionais e internacionais. Sou autor de cinco livros: "O Sino do Campanário" (contos), "Cela de Papel" (novela), "Do Útero do Mundo" (poesias), "A Ilha Mágica" (juvenil) e "Contos de Amores Vãos" (contos). Também escrevo para a Revista Acontece Sul, onde indico bons livros.
Aquele Poema
Vejam só a belíssima ideia que vem lá de Juazeiro, na? Bahia. A Professora Gerlane Fernandes, que foi finalista do Viva Leitura 2011, outra vez inova e traz a poesia para dentro da sala de aula, de um jeito inusitado e criativo. Os poemas de meu "Do Útero do Mundo" estão sendo trabalhados não apenas no livro, mas também virtualmente, unindo tecnologia e tradição. Parabéns pela iniciativa, Profe, um grande abraço aos alunos, e que esse exemplo seja copiado por outras escolas de nosso país.
Espiem:
blog: uilibergamin
O objetivo do projeto “Aquele Poema” é sensibilizar as pessoas para o gênero poema e transcender os espaços da sala de aula com a utilização das novas tecnologias. O projeto está sendo desenvolvido pela professora Gerlane Fernandes nas turmas de Ensino Fundamental 4º ano vespertino e EJA IIIª etapa noturno da Escola Municipal Joca de Souza Oliveira em Juazeiro-BA.


Poema: Do útero do mundo
Autor: Uili Bergamin
Narração: Taíne Letícia e Luísa Gabriela 
Ilustração: Alunos 4º ano B
Professora: Gerlane Fernandes

domingo, 20 de maio de 2012

Equipe do Chá das Cinco - Ano 1986

Zé Alberto Show, Naldinho, Raimundo Junior, Nélia Costa, Junolão, Kenedy.

Aula Espetáculo com Ariano Suassuna



MOVIMENTO PESCADORES DA CRIAÇÃO - Arte na Rua

Este Movimento nasceu das conversas constantes de amigos querendo testar pontos de vistas e conceitos artísticos. Entre outros, a Arte como objeto elitizado, pertencente a determinada instâncias, longe da maioria da população, que pouco ou nenhum acesso, tem a ela. Por mais que se anuncie, se divulgue e se difunda o conhecimento, o público, em sua maioria, passa ao largo dos acontecimentos ditos artísticos ou culturais, por motivos que vão desde a falta de condições financeiras à inibição de adentrar por algum espaço teatral, museu, galeria de arte ou qualquer outro em que tais atividades se processem. Seguindo a máxima de que “todo artista tem que ir até onde o povo está”, o grupo de amigos, composto na maioria por pessoas ligadas às artes plásticas, decidiu que faria, a partir dali, exposições na rua com o objetivo de inserir a arte no cotidiano do povo.
Outra providência a tomar seria a convocação, por convite, de outros artistas dispostos a participar da experiência. Nas entrevistas, além dos esclarecimentos a respeito dos objetivos pretendidos, lançava-se o convite a todos com os quais não havia sido possível um contato pessoal ou direto. Muitos apareceram nas reuniões preparatórias para se inteirar do assunto, dar sua opinião e contribuir de alguma forma. Outros apareciam na hora do evento. O local para o evento deveria ser uma rua de grande movimentação e passagem obrigatória de muitos. Pela grande afluência constatada, foi escolhida a Travessa Benjamim Constant, no trecho que vai do Hotel Vitoria, na Praça da Misericórdia, descendo por dois quarteirões até a confluência das ruas Sete de Setembro e Antonio Pedro.
A rua era e ainda é um ir-e-vir de gente. Logo cedo, na manhã do sábado, 14 de julho de 2001, aquele via publicada foi fechada com cavaletes e os artistas arrumaram seus trabalhos em diversos tipos de suporte e nas paredes, calçadas e chão. Quem tivesse que passar por ali teria que se desviar de algumas obras, e ninguém poderia passar sem se dar conta de que algo diferente acontecia. Os artistas ficariam por perto desuas obras para observar as reações, interferir ou esclarecer, interagindo com o público, se achassem necessário.
Superando a expectativa dos organizadores, essa exposição fez um tremendo sucesso. Alguns passavam se desviando, mas lançavam um olhar e diminuíam o passo para poder observar um pouco. Outros paravam, esqueciam a pressa, ou simplesmente se davam conta de que algo inesperado acontecia em seu caminho, e logo estavam discutindo vários aspectos da obra observada com alguém que também parara ou mesmo com o autor, matando a curiosidade sobre algo que sempre quisera saber e não tinha a quem perguntar.
Lorena Araújo, Patrícia Dias, Mardyórie Martins, Mirian Duarte e Alexsandro Vaz, uma turma que não era de artistas, mas apreciara desde o início a idéia do Arte/Rua: O Efêmero – nome dado ao evento – dava-lhe apoio e todo tipo de incentivo.
A imprensa compareceu, fotografando, fazendo a cobertura, com as emissoras de rádio fazendo transmissão ao vivo e a televisão gravando para os seus telejornais. A TV Grande Rio gostou tanto da proposta que resolveu associar seu nome ao projeto, veiculando os próximos eventos semelhantes que viriam a acontecer.
Fonte: Movimento Pescadores da Criação

MOVIMENTO PESCADORES DA CRIAÇÃO II - Arte de Rua

A coordenação do movimento, que escolhera para si o nome de “Pescadores da Criação” ficou a cargo de Coelhão, que juntamente com Mardyórie foram os divulgadores e contato junto à imprensa regional.
De Juazeiro e Petrolina participaram os seguintes artistas: Ângela Lima, Adilson Freire, Binha Coelho de Assis, Chico Egídio, Coelhão, Edivaldo, Eunice, Germano da Gaita, Giovani, Jacaré, Jocélio Bello de Carvalho, Leonardo Pinto, Parlim, Pinzó, Ricardo Torres, Rosemary Gondim, Rui Carvalho, Sebastião Simão, Sérgio Sá, Wagner Miranda e Xisto Bandeira.
Para o segundo evento, asseguram a participação ainda antes os artistas Carlos Laerte,Chico Santos, Ítalo,Jael Moreira, Jean Canugo, Mateus Veloso, Rafael Lechado, Rogério Silva, Rosangela, Wellington Monteclaro e Wildivan, além dos que participaram da primeira exposição.
Sempre aparecia na hora um ou outro não inscrito e colocava lá o seu trabalho. Convém registrar que os poetas circulavam o tempo inteiro durante o evento surpreendendo o público com algum poema dito quase ao pé do ouvido ou gritado a plenos pulmões, se o momento assim lhe parecia apropriado. Também os músicos se alternavam mostrando suas músicas ou habilidade instrumental, e atores interpretavam esquetes ou criavam situações em que o público era envolvido, tornando-se muitas vezes partícipe ou ator involuntário de algum drama momentâneo e passageiro, divertindo-se e desvendado os “mistérios da arte”.
Fonte: Movimento Pescadores da Criação.

MOVIMENTO PESCADORES DA CRIAÇÃO III - Arte na Rua

 A última edição ocorreu no porto das barquinhas, em Juazeiro, contando com um grande número de participantes, inclusive o Samba de Véio da Ilha do Massangano. As pessoas que nesse dia fizeram uso dos barcos na travessia Juazeiro/Petrolina passaram em meio à exposição e aos artistas, os quais fizeram intervenções dentro das embarcações.
O resultado obtido no contato dos artistas com o público, através das exposições relâmpagos proporcionou-lhes uma interação muito grande, desnudando o processo e o fazer artístico. Esse contato ensejou uma troca riquíssima de informações e consolidou o espaço da rua como uma galeria livre, popular, interativa, viva, ao alcance de todos e da arte de qualquer um.
O movimento divulgou manifesto anunciando a pretensão de voltar a qualquer momento para novas experiências. Ou não.
A arte só ganha real relevância quando apropriada pelo público. As ditas grandes obras de artes são hoje assim interpretadas não apenas porque seletos grupos de críticos, comerciantes ou teóricos assim as intitularam, mas porque, mesmo quando particulares, ganharam visibilidade coletiva, mesmo quando expressões de um sentir individual, puderam dialogar com quem as recepcionavam.
Fonte: Movimento Pescadores da Criação

MOVIMENTO PESCADORES DA CRIAÇÃO IV - Arte na Rua

Não existe obra de arte sem público, tampouco existem artistas sem que haja público (mesmo que este só se configure após sua morte!), logo, a própria população, independente de nível de formação escolar, situação sócio-econômica, localidade e demais variáveis, deve ter direito de acesso a bens culturais.
Esse tido direito, entretanto, deve ser profundamente analisado; apenas possuir locais específicos e gratuitos que acumulem, organizem, selecionem e exponham objetos de arte, não é suficiente para que o público tenha acesso à arte, muitas vezes não é nem ao menos suficiente para que o publico freqüente tais instituições. Desvendar porque museus e galerias se mostram tão pouco atraentes é intuito pretenso, e não buscamos com tal proposta expositiva, responder a essa problemática inquietação. Ensejamos por outro lado, permitir que a obra, “objeto quase mágico, incompreendido e de valor inestimável”, possa olhar e ser olhada pelo grande público, por aqueles que se admiram, se emocionam, param e refletem ao deparar-se com ela e também, por aqueles que a rejeitam, renegam ou mesmo a ignoram.
Buscamos retirar a obra de seu lugar inacessível e torná-la o que ela realmente é: parte da vida cotidiana, diálogo com seu autor e outros seres humanos. Desejamos retirá-la de sua “redoma” e pô-la vulnerável às compreensões/incompreensões e julgamentos de todos os olhos, carregados cada qual com suas próprias experiências e expectativas. Como não poderia deixar de ser, não queremos, pois, só a obra que se desnuda para o público em sua diversidade, mas o próprio artista, membro dessa mesma sociedade, binômio indivíduo/coletivo; não mais um “gênio iluminado”, mas alguém que vive os mesmos temores, revoltas, alegrias e prazeres que qualquer outro mortal.
Por fim, esperamos que essa proposta se torne um laboratório de pesquisa para os processos expositivos e a receptivos das obras de arte. Entendemos que as paredes de uma Universidade, ou qualquer outra instituição de ensino, apesar de propor fortes estruturas à formação dos conhecimento, são também limites a experiências que dialogam com as ncertezas da realidade externa e tão plural.
Buscamos proporcionar uma oportunidade aos estudantes/pesquisadores de conhecer e questionar outras modalidades de relação público/arte e público/artista, num espaço o mais democrático: a rua. É na rua, lugar aberto, público, sem contenções, vigias ou sanções que as pessoas se expressam de forma mais autêntica, exercendo com maior autonomia seu posicionamento acerca do que vêem, e é na rua que a sociabilidade é exercida mais fortemente que entre muros e paredes.
Fonte: Movimento Pescadores da Criação.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O HOMEM QUE ENGARRAFAVA NUVENS

Rio São Francisco - Diversão & Lazer

Um passeio de Jet Ski

Esquiando no Velho Chico
A Barca Rio dos Currais, que faz passeio todos os domingos

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Mimar você

Exposição Temporária - Museu Regional do São Francisco

Exposição Temporária
Agendamento: Terça a Sexta 8 às 18:00h - Sábado de 8 às 12:00h - Domingo de 16:30 às 20:30h
A nova geração da cultura afro em Juazeiro é presente e atuante, tem como objetivo a resistência e o resgate da cultura afro - brasileira. Sempre buscando uma mudança social em busca da cidadania.
Candomblé é uma religião afro-brasileira - culto aos Orixás. 

domingo, 13 de maio de 2012

Buddy Guy : Fever

Grupo de Capoeira Brasil no Museu Regional do São Francisco

A professora Tartaruga com seu grupo de Capoeira Brasil fez uma bela apresentação.
O grupo de Capoeira falou sobre a historia  e lutas dos movimentos sociais afro-brasileiro e a busca pela cidadania. Tartaruga faz um trabalho com as escolas da cidade e luta pela historia da cultura afro em Juazeiro.

Quilombo

Museu Regional do São Francisco

Aconteceu dia 11 de maio, às 18 h, a Exposição "No banzo dos Negros, as bênçãos dos Órixas"
A Diretora Rosi Costa e sua equipe fizeram uma noite de cultura, música , palestras e debates.
Estavam presentes professores, estudantes, artistas, políticos, representantes dos movimentos sociais afro-brasileiro e jornalistas. Foi servido munguzá a todos os convidados.
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