quinta-feira, 27 de junho de 2013

terça-feira, 25 de junho de 2013

Projeto Tarifa Zero - entrevista com Lúcio Gregori


Entrevista que faz parte do documentário "Impasse" (sobre o caos do transporte público urbano). Lúcio Gregori foi secretário municipal de transportes de São Paulo.

A Escola Terezinha buscando um Mundo Melhor para Todos

 A Escola Terezinha Ferreira Oliveira vivência o ‘’ Projeto Ampliando o Conhecimento através da Leitura’’ do projeto ‘’É Hora de Ler’’ com a campanha intitulada: Um Mundo Melhor para todos! baseado no livro de Fernando Carraro que tem como foco a solidariedade e a biografia de Irmã Dulce: O anjo bom do Brasil.
 A campanha vivenciada no Abrigo São vicente de Paulo com os alunos do 5º ano das professoras Erineide e Rosangela na qual foi estendida para toda a escola. Os alunos aprenderam que é com pequenos gesto de solidariedade que construímos um mundo melhor.

Manifestações, protesto e Mídias

sexta-feira, 7 de junho de 2013

EFEJ sedia lançamento do livro Pouso do Verso

Por Anna Monteiro / Seduc
Dando continuidade ao projeto que pretende transformar a Escola de Formação Continuada de Educadores da Rede Municipal de Ensino (EFEJ) em um espaço que agrega arte, educação, cultura, tecnologia e outras manifestações do saber, a “Casa do Professor” sedia nesta sexta-feira (07) o lançamento do livro Pouso do Verso, dos autores Edmar Gomes e Sônia Alves. O evento acontecerá a partir das 18h e será aberto ao grande público.

A ideia da escritora juazeirense Sônia Alves de lançar sua obra no local surgiu durante a exposição “Enigmas” do artista plástico Paulo Dourado que aconteceu na EFEJ em maio, em homenagem ao mêsdas mães. “Moro no Rio de Janeiro desde a década de 70, mas sempre venho a Juazeiro. Quero ter o prazer de lançar esse livro aqui, pois a minha terra é um grande berço cultural. Sem dúvida, será um grande momento”, destacou.

 A Escola de Formação fica localizada na Rua Agostinho Muniz, nº 1010 bairro São Geraldo e todos estão convidados a participar do lançamento. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Educação e Esportes.

Anísio Teixeira e a questão ambiental

João Augusto de Lima Rocha
O educador Anísio Teixeira que, segundo Florestan Fernandes, foi o primeiro e único filósofo da educação no Brasil, alimentou-se dessa condição para promover inovadora atuação prática na vida pública brasileira, por mais de 40 anos. É o caso da questão ambiental.
Escolhido pelo governador  Francisco Marques de Góis Calmon, em abril de 1924, aos 23 anos de idade, para dirigir a educação baiana, um mês depois promoveu um evento, em Salvador, com o qual instituiu a comemoração da Festa da Árvore (dia 13 de maio), cuja grandiosidade pode ser aferida pelo que noticiou o Diário Oficial do  Estado da Bahia, edicão do dia 15 de maio daquele ano:
 "Terminado o ofício divino, usou da palavra o Dr. Anísio Spinola Teixeira, Inspetor do Ensino, que pronunciou a bela oração para a qual abrimos espaço:
Há no sertão da Bahia, pelo mês de agosto, um espetáculo confrangente.
Agosto é o mês culminante da estiagem. Em maio mínguam definitivamente as chuvas. Cai sobre a terra, como um castigo, nos meses de junho, julho e agosto, um grande sol fulgurante, com ardências de braseiro. O céu, muito azul, tem um brilho seco e irritante de metal polido. Fugiram as nuvens. Fogem o vento e a frescura natural daquelas paragens. As aves emigraram para longe.
E a terra, penitente dos seus formosos meses de vida tropical e luxuriosa, deixa as vestes esplêndidas da sua verdura incomparável, para macerar-se no burel cinzento dos arrependidos. Mas, circunstância graciosa, não o faz bem uma festa de despedida.
Com as migalhas de sua riqueza perdida inaugura a festa das folhas. E, num recurso final, repentinamente transfiguradas, vermelhas, lilases, douradas, com reflexos maravilhosos começam as folhas um bailado cantante de cores, sob a projeção estonteante do sol. É a última festa. Triste carnaval, onde nem faltam as fantasias e o frenesi alucinante das vertigens, com que a terra anima a tristeza funérea daquela estiagem imensa.
Depois, tudo se faz silêncio e a natureza sofre, estóica, a longa penitência quaresmal de um sol flamejante.
As árvores, pobres árvores nuas, mendigas espalhadas pelos tabuleiros, formam uma sinistra procissão misérrima, de onde se levanta uma prece demorada de angústia e de terror.
Entra, então, em cena o homem.
Aquele inverno original e tórrido não o amedronta, enquanto estiver preso ao seu ciclo normal de três a quatro meses.
Entra em cena satisfeito superiormente adaptado ao clima e à terra, para a derribada. São os preparativos da roça."
Após a conclusão do longo e inspirado discurso, dá-se, segundo o Diário, a  conclusão do memorável ato:
"Uma salva de palmas, vibrante e demorada, cobriu as últimas palavras de S. Exa. Iniciou-se, então, o desfile pela Avenida Sete dos diversos colégios precedidos por um contingente da Escola de Aprendizes de Marinheiros e bandas de música, ao qual acompanhou o Sr. Dr. Governador, cercado de autoridades.
Foram plantadas, no percurso, trinta árvores, com os seguintes paraninfos: Intendência Municipal, Inspetoria do Ensino Estadual, Diretoria do Ensino Municipal, Instituto Histórico da Bahia, Associação das Senhoras da Caridade (Família Baiana),
Associação Comercial da Bahia, O Clero Baiano, Dr. Miguel Calmon, Diário da Bahia, A Tarde, Diário de Notícias, O Imparcial, O Diário Oficial, O Democrata e A Renascença, Coelho Netto, Conselho Superior do Ensino, Região Militar, Marinha Nacional, Mocidade Acadêmica, Academia e Literatos Baianos, Escola Normal da Bahia, Educandário do S. Coração de Jesus, Ginásio da Bahia, Corpos Legislativo e Judiciário do Estado, Conselho Municipal da Capital, O Professorado, Liceu de Artes e Ofícios e Centro Operário da Bahia, Liga Baiana dos Desportos Terrestres e Federação dos Clubes de Regatas da Bahia, Linha Circular e Centro Automobilista da Bahia, O Povo. À Rua das Mercês, foi plantada a última - a árvore do Povo."
A partir daí, o educador apela à sociedade - às crianças, em particular-, para que contribua no sentido da interrupção da prática das queimadas que, até hoje, e cada vez mais gravemente, têm contribuído para a devastação de nossa flora e fauna, com riscos à vida humana. 

sábado, 1 de junho de 2013

O Cangaceiro


O Cangaceiro, filme realizado em 1953, foi um dos maiores sucessos do cinema brasileiro de todos os tempos. Escrito e dirigido por Lima Barreto, com diálogos criados por Rachel de Queiroz, O cangaceiro foi o primeiro filme brasileiro a conquistar as telas do mundo. Considerado até hoje o melhor filme produzido pela Companhia Cinematográfica Vera Cruz, sua história se inspirava na lendária figura de Lampião.

Sinopse:
O bando de cangaceiros do capitão Gaudino (Milton Ribeiro) semeia o terror pela caatinga nordestina. É neste contexto que a professora Maria Clódia (Vanja Orico), raptada durante um assalto do grupo, se apaixona pelo pacífico Teodoro (Alberto Ruschel). O forte amor entre os dois gera grande conflito no bando.

Ficha Técnica: 
Direção: Lima Barreto
Roteiro: Lima Barreto, Rachel de Queiroz (diálogos)
Gênero: Aventura/Drama/Romance
Origem: Brasil
Duração: 105 minutos
Tipo: Longa-metragem

Elenco:
Alberto Ruschel, Marisa Prado, Milton Ribeiro, Vanja Orico, Adoniran Barbosa, Antonio V. Almeida, Hector Bernabó, Lima Barreto, Horácio Camargo, Ricardo Campos, Antônio Coelho, Cid Leite da Silva, Oswaldo Dias, Zé do Norte.

Apresentando o Programa Mais Cultura nas Escolas



O que é "Mais Cultura nas Escolas"?

Mais Cultura nas Escolas é o resultado da parceria MinC e MEC para promover o encontro de iniciativas culturais e escolas públicas de todo o Brasil,  democratizar o acesso à cultura e ampliar o repertório cultural de estudantes, professores e comunidades escolares do ensino básico. Artistas, mestres das culturas populares, cinemas, pontos de cultura, museus, bibliotecas, arte educadores e outras iniciativas culturais agora podem elaborar Planos de Atividade Cultural em diálogo com projetos pedagógicos e com os eixos temáticos do Mais Cultura nas Escolas.

As atividades serão desenvolvidas dentro ou fora da escola por no mínimo 6  (seis) meses, valendo-se das mais diversas linguagens artísticas (música, teatro, audiovisual, literatura, circo, dança, contação de histórias, artes visuais, etc.) e manifestações da cultura (rádio, internet, jornal, culinária, mitologia, vestuário, mestre e saberes populares, etc.).

 Eixos Temáticos

Os eixos temáticos do Mais Cultura nas Escolas foram criados considerando a diversidade da cultura brasileira e das manifestações artísticas atuais. São 9 (nove) eixos para incentivar projetos voltados, entre outros temas, a atividades em museus, pontos de cultura, cinemas e outros espaços culturais; à criação, circulação e difusão artística; à cultura digital e comunicação; ao patrimônio material e imaterial; às tradições orais; às culturas indígenas e à cultura afrobrasileira.

 Atores/ Participantes

iniciativas culturais

Pessoas física ou jurídica, indivíduos ou grupos que desenvolvem práticas e pesquisas em artes, patrimônio, cultura popular, etc. Entidades como bibliotecas, pontos de cultura, museus, cinemas e outros espaços. O melhor meio de encontrá-las é explorar territórios educativos potenciais em torno da escola, atentando aos espaços e atores da cultura.

escolas

Poderão inscrever projetos cerca de 34 mil escolas da rede pública, espalhadas por todo o Brasil, ativas nos Programas "Mais Educação" e "Ensino Médio Inovador" (MEC) até 2012. Mais informações sobre as escolas participantes nos links e documentos relacionados, ao lado, aqui nessa página digital.

 Como participar?

Escolas e iniciativas culturais vão criar juntas um Plano de Atividade Cultural, em diálogo com um ou mais eixos temáticos propostos pelo programa. Os projetos serão cadastrados e enviados, pelos responsáveis das escolas, via SIMEC (Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação) até o dia 30 de junho de 2013. O processo de avaliação será conduzido pelos dois Ministérios, MinC e MEC.

 Recursos

Em 2013 serão investidos R$ 100 milhões para financiar 5 (cinco) mil projetos. Cada um dos contemplados vai dispor de valores entre R$ 20 e R$ 22 mil reais. Os recursos financiam, entre outros itens, a contratação de serviços culturais necessários às atividades artísticas e pedagógicas. Os valores serão repassados diretamente às escolas via PDDE/ FNDE (Programa Dinheiro Direto na Escolas/ Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação).


Para visualizar as listas com nomes, endereços, telefones e outras informações das escolas participantes do Mais Cultura nas Escolas, procure nessa página, em cima e à direita do quadro "Saiba Mais", um link com o nome "Documentos". Entre os materiais disponíveis estão arquivos em formato .pdf, nomeados "Escolas Participantes - Mais Educação (MEC)" e "Escolas Participantes - Ensino Médio Inovador (MEC)". Nesse mesmo espaço também está disponível o "Manual - Mais Cultura nas Escolas", com informações e orientações  para a construção dos Planos de Atividade Cultural.

Para tornar plenas as condições de leitura desses materiais, é recomendável que seja selecionada a opção "Baixar", no link à direita da visualização disponibilizada pelo portal do MinC.

 Dúvidas?  

Explore documentos e links relacionados nessa página. Para saber mais escreva para maisculturanasescolas@cultura.gov.br. 
Manual mais Cultura nas Escolas
Saber Mais

Confirmado: Balé do Teatro Castro Alves virá no aniversário de Juazeiro

 O Centro de Cultura em parceria com o Balé do Teatro Castro Alves dará um grande presente cultural a cidade de Juazeiro em seu aniversario nos dias 12,13,14 e 15 julho. Segundo Ivete Ramos, responsável pela Difusão e Circulação do BTCA, a agenda foi modificada para atender ao aniversario da cidade de Juazeiro a pedido do Coord. do Centro de Cultura João Gilberto – “Fomos muito bem tratados por João Leopoldo e sua equipe quando estivemos em Juazeiro em 2011, por isso queremos voltar”, ressaltou Ivete. A temporada do BTCA em Juazeiro trará dois grandes espetáculos – “Essa Tempestade”, que é um resultado de uma co-produção Brasil-Bélgica e é livremente inspirada na peça “A Tempestade”, do dramaturgo inglês William Shakespeare. O espetáculo realizou uma turnê de sucesso no Festival Europalia, na Bélgica, no final de 2011.
Também haverá a apresentação do espetáculo “Ou Isso”, que é uma criação dos premiados coreógrafos Jomar Mesquita e Rodrigo de Castro, um espetáculo livremente inspirada na obra de Manoel de Barros, um dos principais poetas contemporâneos do Brasil. 
Onde? No Centro de Cultura João Gilberto.
Quando? De 12 a 15 de julho de 2013.
Quanto? Gratuito(sujeito a lotação).
Ascom – Centro de Cultura João Gilberto.
João Leopoldo Viana Vargas
Coordenação do Centro de Cultura João Gilberto - Juazeiro/BA
Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura - SUDECULT
Secretaria de Cultura da Bahia – SECULT
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