sábado, 23 de março de 2013

As Flores do Jardim de Loucos - Exposição de Mandalas

Senhoras e senhores sejam bem vindos à exposição de Mandalas
 "As Flores do Jardim de Loucos".
Uma Mandala é uma rosa. Uma flor. Melhor seria dizer: "também é!" porque uma Mandala é muito mais que isso. Mandalas seguem o homem quase desde o seu aparecimento na terra, e vão acompanhá-lo até o final da sua experiência aqui. É circular como a visão que se tem dos astros, um olho que olha enquanto é olhado. Algumas pessoas dizem que quem olha uma Mandala faz uma viagem para dentro de si, logo, a Mandala é uma chave de portal para o mundo às vezes mais distante e mais perto: o coração. 

D´Paula Mello é um criador de Mandalas e poeta. Suas Mandalas são versos em imagens coloridas, como ele mesmo diz: "um jardim de loucos", um belo e colorido jardim, de loucos que anseiam a paz, a serenidade, a ligação com a força primeira. Em suas Mandalas é fácil ver o verso, a palavra que não é preciso que seja dita, a dança circular sagrada, a ciranda mágica das cores. Organizadas a partir de um ponto central, as Mandalas de D´Paula Mello remete a simbologia com a unidade, o "um", o cosmo e sua miríade de ramificações. A totalidade. 
Como forma artística, de representação, a Mandala surge na índia, e em sânscrito quer dizer Círculo, ou "aquilo que circunda um centro". Mas desde sempre as Mandalas servem ao homem: foram utilizadas para construir cidades, ornamentar objetos, jóias, estamparias e catedrais. É também sabido que elas ajudam na concentração mental, e estão belamente representadas desde a arte rupestre até o conhecidíssimo símbolo Yin e Yang. Todas as danças circulares sagradas, cuja representante popular mais conhecida é a "ciranda", é nada mais nada menos que uma Mandala em movimento. A célula, qualquer que seja, é uma Mandala. O ovo é uma Mandala. O caule cortado de qualquer árvore mostra uma Mandala. Está provado também que as Mandalas vibram e alteram o campo vibracional do que elas atingem, produzindo um campo de força, elevando a consciência, estimulando a memória, equilibrando os chacras, despertando o amor e provocando a cura e a paz.
 
O conselho de quem vive com Mandalas é de que se deixe as Mandalas expostas em um lugar onde todos possam ser beneficiados, visto que uma Mandala transmuta a energia negativa de um ambiente em positiva. Nas palavras de D´Paula Mello sobre a exposição, ele diz: "Jardim de Loucos é uma coletânea poética dividida em dois volumes, e a relação com Mandalas é que desejava algumas ilustrações para determinadas poesias. Então desenhei algumas, e ao final decidi passá-las para telas, e não usar como ilustrações, e elas representam os mais diversos sentimentos. Sejam bem vindos e conheçam as cores do meu "Jardim de Loucos".


D´Paula Mello é de São Paulo, escritor, autor de dois livros de poesia (Jardim de Loucos e Retorno ao Jardim de Loucos), artesão e artista plástico. Atuou também em publicidade por dez anos e atualmente é  Palestrante e Qualificador  para prestadores de serviços.
Lupeu Lacerda
Poeta e Escritor
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