segunda-feira, 15 de novembro de 2010

CENTENÁRIO DE NASCIMENTO - RACHEL DE QUEIROZ

Rachel de Queiroz em seu romance de estréia O quinze (1930), lançado pouco depois da publicação de A bagaceira, de José Américo de Almeida, a cearense Raquel de queiroz (1910) já demonstrava que uma grande escritora estava nascendo.
A narrativa fluente, de diálogos fáceis, prova que bons livros não precisam ser complicados. O conjunto da obra de Rachel de Queiroz é tão expressivo que a levou a ser a primeira mulher aceita como membro da Academia Brasileira de Letras, em 1977.

MEMORIAL DE MARIA MOURA

Esta é a saga da cangaceira nordestina Maria moura.
Ao ficar órfã, Maria vê de repente todo o seu mundo conhecido de sinhazinha ruir. A morte dos pais é o motivo para que os inimigos da família apertem o cerco: eles querem as terras e, para obtê-las, não hesitarão em utilizar os método mais violentos. Que resistência pode impor naqueles tempos ?
Recusando-se à submissão é matar ou morrer, desafia ela, "pra ninguém nunca mais querer botar o pé no meu pescoço".
Memorial de Maria Moura, de 1922, é o ultimo romance de Rachel de Queiroz, que considerou com ele ter encerrado gloriosamente sua carreira de romancista, opinião partilhada pela crítica e, sem dúvida, por quem quer que tenha lido esse empolgante épico.
A emocionante história de Maria é daquelas para ser lida com pipoca do lado e o coração aos pulos: melhor que cinema.

FONTE: GUIA DO LIVRONAUTA - Para viver história da nossa história.
Ministério da Educação - Secretaria de Educação Fundamental - MEC


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